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Superinteressante

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CARTAS

Superinteressante edição 121
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Outras matérias

CARTAS

Sem resumo

A riqueza de detalhes ao descrever os rituais antropofágicos e as ilustrações mostrando o sacrifício da vítima me deixaram horrorizado.

Flávio Fialho, Camaragibe, PE

Fascínio e repugnância

 

Graças a reportagens como O sabor da própria carne (número 8, ano 11) eu consigo manter meus alunos bem informados. Matérias como essa me dão subsídios para falar com eles sobre o nosso passado de uma forma muito atual.

Cleidi R. Cordeiro, Irati, PR

Foi sem dúvida a reportagem mais fascinante que eu já li e, ao mesmo tempo, a mais macabra. Esses antropólogos são geniais quando se trata de antropofagia.

Hildevan Gomes de Queiroz, Serrinha dos Pintos, RN

Com o artigo, talvez os preconceituosos comecem a olhar para os povos indígenas com outros olhos. E, quem sabe, passem a compreendê-los melhor e a respeitar as diferenças culturais.

Marília Sousa, Belém, PA

O texto está bem de acordo com a revista. Acho que os ecologistas deveriam parar com essa mania ridícula de dizer que a cultura do índio precisa ficar inalterada. Isso é uma imbecilidade. Se o mundo inteiro tivesse permanecido no mesmo estágio de desenvolvimento que estava em 1500, não viajaríamos em aviões e sim em caravelas.

Pedro de Paula Santos Júnior, Caçapava, SP

É preciso muito esforço para acreditar que o canibalismo encontra sua justificativa em tradições históricas e crenças religiosas. Essa prática é uma prova da profunda decadência dos povos indígenas, em um processo que já vem de séculos. Eles em nada mais lembram a nobreza e a sabedoria dos seus ancestrais.

Roberto C. Júnior, Embu, SP

Todos nós vivemos em um mundo onde o canibalismo impera. Falo em um canibalismo social em que um devora o outro com o individualismo e a falta de respeito.

Rogério Chin, São Caetano do Sul, SP

O segredo das plantas

 

Tenho apenas 13 anos, mas entendi tudo o que está escrito no texto Bela droga (número 8, ano 11). A minha avó tem um canteiro com todas essas plantas medicinais no quintal e só agora descobri os benefícios que elas podem trazer para a saúde da nossa família.

Gisela Karina Dileo, Curitiba, PR

A revista tem fotos belíssimas, mas acho que o assunto poderia ter sido explorado muito mais a fundo. É dificílimo encontrar matérias específicas sobre a ciência da Farmácia, exceto em revistas especializadas.

Carla Patrícia Antunes, Nilópolis, RJ

 

 

, Novidade no ar

 

Adorei a leitura de Você ainda vai voar de zepelim (número 8, ano 11). Ela me levou de volta para o passado. Foi como se eu estivesse lá. As fotos são lindas e o texto bem fácil de ser compreendido. A revista está de parabéns.

Marcos Antônio Sousa, Teresina, PI

O zepelim é uma opção viável e barata para um país como o nosso. Por meio dele poderíamos escoar nossa produção agrícola, já que subaproveitamos nossa riqueza fluvial.

Kleber de Oliveira, Santo Expedito, SP

Desde criança eu imaginava voar em um dirigível. Será que finalmente poderei realizar o meu sonho?

Francisco Arruda, Rio de Janeiro, RJ

Foi uma das melhores histórias que já li na SUPER. O mais curioso é o mastro que amarrava o balão ficar aqui em Pernambuco.

José Roberto de Almeida, Recife, PE

Eu já havia lido um pouco sobre esse assunto, mas a reportagem deixou muito mais claras as vantagens desse meio de transporte.

Bruno César da Silva, Bezerros, PE

 

, E o dino bateu asas

 

Achei legal As aves do terror (número 8, ano 11), sobre a origem dos pássaros. Comecei a imaginar coisas e a me questionar: se as aves surgiram a partir dos dinossauros, não haveria uma possibilidade remota de o homem também ter tido essa origem?

Romualdo Gonçalves, Campos do Jordão, SP

Na minha opinião, essa reportagem deverá servir de modelo para as outras que a revista fizer. Ficou claro o empenho da redação em preparar um artigo criativo e, de fato, superinteressante.

Karine Wagner da Silva, Taquara, RS

Micróbio por todo lado

 

O texto O incrível zôo do ar (número 8, ano 11) nos alertou para os perigos que estão à nossa volta. Fiquei espantadíssimo ao saber como aquele monte de plantinhas chega ao canteiro do jardim e a quantidade de micróbios existentes nas casas.

João Gilberto Silva, Araras, SP

Ao ler a reportagem, fiquei com a impressão de que o ar estava muito mais pesado. Também pudera, com toda essa quantidade de microrganismos flutuando nele!

Cleise de Santana Guedes, Belém, PA

 

, Nos tempos de Vasco da Gama

 

O navegador dos lusíadas (número 7, ano 11) retratou as aventuras de Vasco da Gama de um jeito descontraído e com linguagem acessível. Depois da leitura, bateu uma vontade enorme de ter vivido naqueles tempos, quando os navegadores não paravam de ter novas idéias.

Marcos André Barreto Costa, Salvador, BA

Em uma única reportagem vocês uniram informação, história e literatura. Pude deliciar-me com essa retrospectiva perfeita e com as valiosas observações sobre o maravilhoso texto de Camões. O artigo, verdadeira obra de arte jornalística, enriqueceu os leitores e os estudiosos da área de literatura como eu.

Elisângela Simone Franco, Ijuí, RS

A SUPER foi muito além dos livros de História com esse texto tão cheio de detalhes. A inclusão de trechos de Os Lusíadas deu um toque soberbo à reportagem.

Williams Ramos Dias, Manaus, AM

Esse artigo deveria ter sido capa da revista. Aprendi mais em dez páginas do que quando estudei o assunto. Eu devorei todas as letras.

Wagner da Costa Bezerra, Pilares, RJ

Além das ilustrações, o que mais me toca como professor de História são as possibilidades didáticas que a revista me proporciona para uso em sala de aula. Toda vez que encontro matérias relacionadas direta ou indiretamente com a minha disciplina, eu as levo para discussão em classe e os alunos vibram.

João Marcos Netto, Santos Dumont, MG

O assunto é muito interessante e curioso. Fiquei mais culta ao ler sobre aqueles que arriscaram a vida durante as navegações em busca de novas terras.

Maria Carolina Siviero, Campinas, SP

O artigo me fez ver que estamos vivendo algo muito semelhante àquele período das navegações. Da mesma forma como a Terra ficou menor com os descobrimentos marítimos, o Universo pode ficar pequeno para o homem. Basta explorá-lo.

Rafael Vaz da Costa, Fortaleza, CE

Os livros ensinam os motivos do pioneirismo português enfatizando a existência da Escola de Sagres. Ela teria oferecido condições para que o jovem país se lançasse nas viagens pelo Oceano Atlântico, motivados pelos ideais mercantilistas. Mas vocês disseram que essa Escola não existiu. Sabemos que a História, por ser vulnerável a interpretações, não tem um ponto final.

Ana Feitosa, Rio de Janeiro, RJ

Tecnologia ilimitada

 

O chip do futuro (número 7, ano 11) me fez perceber que a tecnologia vive superando a si própria. Ficou claro que, enquanto os cientistas não conseguirem fazer computadores mais inteligentes que os humanos, o desenvolvimento não vai parar.

David Ricardo Costa, Brusque, SC

Crueldade absurda

 

Fiquei bastante impressionado com A retirada do clitóris é comum na África (número 7, ano 11), da seção Superintrigante. Essa realidade é assustadora. Mas, como cada povo tem sua cultura, somos obrigados a respeitar.

Marcos Areal Leme, Rio Branco, AC

A prática da retirada do clitóris é humilhante. Os africanos não se preocupam com a saúde de suas mulheres.

Uélida Jordão Faria, Natal, RN

Nunca pensei que, às portas do século XXI, ainda existissem povos com uma cultura tão egoísta.

Max de Lima Vilarindo, Delmiro Gouveia, AL

A máquina oceânica

 

A reportagem O jumbo do mar (número 7, ano 11) está muito interessante. Com a sua modernidade e tecnologia, logo esse veículo vai se transformar em um dos transportes marítimos mais eficientes.

Ana Paula Grimm, Blumenau, SC

Gostaria que a tecnologia marítima se aperfeiçoasse cada vez mais, reduzindo os riscos de acidentes como o do Titanic.

Ana Maria de Oliveira, Rio de Janeiro, RJ

Exercício sem exagero

 

Achei excelente A ciência manda pegar leve (número 7, ano 11). Foi um grande alerta. Afinal, tem muita gente por aí confundindo exercício físico com exagero, freqüentando as academias sem nenhum tipo de orientação médica. Vocês foram muito felizes ao abordar um assunto tão atual.

Fátima Amorim, São Miguel dos Campos, AL

Agradeço imensamente a publicação dessa reportagem. Ela é um grande serviço aos leitores. Meus parabéns pelo brilhantismo do trabalho, mostrando o que há de mais atual no mundo científico em matéria de boa forma.

Claudete Cotrim, São Paulo, SP

Há tempos eu queria comprar um equipamento para fazer exercícios abdominais. Mas temia que ele prejudicasse minha saúde. Como a SUPER mostrou um desses aparelhos sendo usado para exercícios inteligentes, fiquei tranqüilo para comprá-lo.

Sérgio Silveira, Belo Horizonte, MG

Lendo o texto, percebi que não precisamos forçar a barra para obter um bom condicionamento físico. Podemos viver muito bem com exercícios simplificados, sem precisar enfrentar academias.

Rejane Ângela de Lima, Cupira, PE

Uma praga que não dá folga

 

O artigo À sombra do mosquito (número 7, ano 11) trata de um assunto importante. Li certa vez que um dos possíveis métodos de prevenção da malária é usar mosquiteiros impregnados com inseticidas. Será?

Carlos Henrique dos Santos, Vitória da Conquista, BA

Desde o século XVIII o homem vem invadindo as florestas. E, como dizem por aí, a natureza não se defende, ela se vinga. No meu modo de ver, esse mosquitinho anófeles é uma das formas de vingança.

David Santos, Dores do Indaiá, MG

Bicho também tem coração

 

A espantosa reportagem Sentimento animal (número 7, ano 11) contradiz o mito de que os elefantes são bichos sem coração, com a chamada sensibilidade de um paquiderme. Os animais, muitas vezes, são mais emotivos e solidários que os próprios seres humanos.

Cláudia Maria Guimarães, Ipameri, GO

Os animais são mais racionais que nós, que matamos por esporte ou até por prazer. O que nós fazemos é ridículo.

Thais Dall'Olmo, São Paulo, SP

Acho que nenhuma outra revista tinha falado sobre os sentimentos animais da forma como a SUPER falou.

Elcilene Abreu Pedrosa, Campo Grande, MS

EsporosNa página 61 (número 8, ano 11) explica-se que o pólen pode germinar ao cair em um jardim. Mas quem germina ao cair no chão é o esporo, célula reprodutora das plantas. O pólen só germina se encontra outra flor igual. Na mesma página, o pólen do capim-gordura não tem bolsas ocas que o ajudam a voar.

 

Paquimé

A cidade mexicana de Paquimé é do século XIII e não do século XII, como foi informado na página 4 (número 7, ano 11).

 

Mitos

O personagem vivido por Harrison Ford no filme Guerra nas Estrelas chama-se Han Solo, e não Hans Solo com está na página 49 (número 8, ano 11).

 

Algas

Na página 14 (número 8, ano 11) está escrito que as algas liberam no ar 35 milhões de toneladas de carbono. Na verdade, o que elas liberam nessa quantidade é oxigênio.

 

Altura

Na página 25 (número 7, ano 11) o primeiro cachorro saltou de pára-quedas de uma altura de 1 000 metros, e não de uma altitude de 1 000 metros. A palavra altitude, que se refere ao nível do mar, foi usada incorretamente.

 

Malária

A única forma de plasmódio (parasita transmissor da malária) que não existe no Brasil é o ovale. Informamos, na página 45 (número 7, ano 11), que era o malariae.

 

Vasco da Gama

A cruz que aparece nas velas das expedições de Vasco da Gama não é a de Malta como está na página 58 (número 7, ano 11), mas sim a da Ordem de Cristo.

 

Estrela

Na página 86 (número 7, ano 11) é dito que a estrela Régulus fica na constelação de Gêmeos. Mas ela fica na de Leão.

 

 

 

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