
Os infográficos de artes marciais estão perfeitos. Se olharmos para todos numa seqüência rápida, parece desenho animado.
Fabiana Alves Paixão, Paulista, PE
Artes marciais em detalhes
Os infográficos de Golpes de mestre (número 11, ano 11) facilitaram muito o entendimento de cada uma das lutas. Eu nunca tive acesso a informações tão completas e tão claras sobre esse assunto.
Albeci Paulo B. de Andrade, Macaíba, RN
A SUPER mostrou o que é o jiu-jítsu. A reportagem mergulhou fundo e provou aos leitores que esse esporte é tão bonito quanto o judô ou mais. Nos campeonatos de jiu-jítsu, as contusões e as brigas ocorrem em número desprezível. Ou seja, a arte suave não tem nada a ver com o vale-tudo.
Fernando Duarte, Rio de Janeiro, RJ
Sou professor de kung-fu e achei que a matéria sobre artes marciais estava muito boa. Mas, na parte dedicada ao kung-fu, acrescentaria o estilo do dragão, completando assim os cinco mais praticados no templo budista de Shao-lin.
HR>Carlos Alberto de Almeida, São Paulo, SP
A reportagem está boa não só pelo assunto, mas principalmente porque ela fala a nossa língua.
Washington Pereira, Pouso Alegre, MG
Adorei vocês terem dispensado um espaço exclusivo ao tae kwon do. Ele é pouco conhecido pelo público, apesar do grande número de praticantes. Nota 10 pela síntese de informações, pela clareza da exposição e pela perfeição das ilustrações.
Ricardo Amaro Viana, Marília, SP
O projeto de explicar por imagens como se praticam algumas das artes marciais foi realmente interessante. A matéria ficou dinâmica. O que mais me impressionou foram os estilos do kung-fu, como o do tigre, o da serpente e o da garça.
Cláudio Barbosa Almeida, Guarabira, PB
Eu precisava fazer um trabalho escolar urgente sobre o caratê e não sabia por onde começar a pesquisa. Por sorte, encontrei a reportagem na edição de novembro. Vocês são demais!
Antônio Almeida, Macaúbas, BA
Admiro as artes marciais, mas sempre tive a curiosidade de saber qual a diferença entre elas. Parabéns pelos infográficos: estão perfeitos. Aproveitando o tema esporte, gostaria de pedir que fosse feita uma reportagem sobre o iatismo.
Cristiane Aurieres Tellier, São Paulo, SP
Devorei a reportagem. Quando passam filmes sobre artes marciais na TV, eu não perco um.
Francisca Pinheiro Navas, São Paulo, SP
, Visita ao deserto salgado
Achei incrível a reportagem Planeta sal (número 11, ano 11). É genial saber que existem lugares fascinantes como o lago salgado de Uyuni, nos Andes bolivianos, e que, não importa onde eles estejam, a SUPER vai descobri-los e retratá-los em fotos belíssimas.
Valdir Rodrigues de Freitas, Araras, SP
Já tinha ouvido falar sobre o deserto de sal, mas só agora tive a oportunidade de conhecê-lo com detalhes. Graças à SUPER, estou sempre bem informada sobre as belezas naturais do nosso mundo.
Suzana Einloft Milani, São Pedro do Sul, RS
Sou um novo assinante da revista e fiquei muito contente por ter feito essa escolha. Logo de cara, no primeiro exemplar, encontrei uma matéria linda sobre Uyuni, nos Andes bolivianos.
Marco Aurélio Valota, Luiz Antonio, SP
A cada dia, jornalistas, pesquisadores e turistas descobrem lugares surpreendentes como Uyuni. É um mundo de sal, repleto de cactos, que parece saído dos filmes de ficção científica.
Cláudia Maria Guimarães, Ipameri, GO
Gostei muitíssimo do lugar superinteressante que vocês mostraram. Espero que a revista continue sempre a divulgar curiosidades como essa. Assim, alargamos nossos conhecimentos, além de receber informações sobre lugares saudáveis para fazer uma boa viagem.
Frederico Cordeiro de Freitas, Belo Horizonte, MG
É incrível como a lava dos vulcões aos poucos transformou tudo numa enorme placa branca de sal. Mas nem tudo é perfeito. Tem a falta de água.
Andréia de Carvalho, Imbituba, SC
, Medalha em Matemática
Fiquei bastante gratificado ao ver uma menção, na seção Dois mais dois (número 11, ano 11), ao desempenho da delegação brasileira na Olimpíada Internacional de Matemática. Tendo feito parte da delegação e ganho uma medalha de bronze, sinto-me orgulhoso em saber que estamos sendo reconhecidos. Normalmente, a divulgação dessas olimpíadas é quase nula e pouca gente sabe que nosso país já ganhou cinco medalhas de ouro na competição. É bom lembrar que o Brasil também tem grandes talentos em áreas científicas e não só no futebol.
Murali S. Vajapeyam, Campina Grande, PB
, Para entender a confusão
Sou educadora e a SUPER é a minha grande amiga. Na minha profissão é necessário saber um pouco de tudo e na revista eu encontro o que preciso. Foi o caso da reportagem El Niño, a receita da confusão (número 11, ano 11). As crianças para as quais dou aula estavam loucas para saber mais sobre esse fenômeno climático. Elas ouviam falar sobre o El Niño no rádio e na televisão, mas não encontravam material para pesquisa. Aí vocês publicaram a reportagem que conseguiu matar nossa sede de conhecimento.
Adenir Vendrome, Jurema, MT
Eu moro aqui no sul do Brasil e estou vivendo todas essas mudanças loucas do clima. Já havia lido bastante sobre o assunto, mas essa reportagem foi completa.
Verônica do Carmo, Passo Fundo, RS
Achei interessante e criativa a forma como a SUPER mostrou o que está acontecendo no mundo por causa desse fenômeno climático.
Claudia Cristina Clebsch, Ijuí, RS
A reportagem, com seus dados atualizados, é muito útil para aqueles que se preocupam em entender o mundo que os rodeia.
Alberto Fracasso, Francisco Beltrão, PR
Eu estava pensando em escrever para a revista pedindo uma reportagem sobre esse tema. Foi uma surpresa quando recebi a edição de novembro. É incrível como vocês descobrem os temas que interessam aos leitores.
Luciana Jorge de Faria, Rio de Janeiro, RJ
Vou prestar vestibular para Geografia e tenho certeza que vai cair alguma coisa sobre o El Niño. Não sabia onde pesquisar, mas vocês resolveram o meu problema.
Aline Cristiane da Silva, Fortaleza, CE
A reportagem fez o maior sucesso aqui nas redondezas. Meus vizinhos estavam curiosos para saber um pouco mais sobre o El Niño. Assim que comprei meu exemplar, fui mostrar para eles. A maioria fez questão de comprar seu próprio exemplar. Além disso, aproveitei esse assunto e desenvolvi uma ótima aula para os meus alunos.
Maria Vanésia Albuquerque, Cardeal da Silva, BA
Consegui entender com clareza e objetividade esse fenômeno. Mesmo com tudo o que está sendo publicado, eu ainda tinha dúvidas. Vocês explicaram de forma genial toda essa trapalhada do tempo.
Reinaldo Marques, Contagem, MG
O nó do Oriente Médio
Gostei da reportagem O preço da terra prometida (número 11, ano 11). Os meios de comunicação nunca haviam abordado o assunto de forma tão abrangente, tratando especialmente do aspecto histórico. Depois de ler o texto da SUPER, fui reler artigos de jornais e revistas que eu tinha sobre o conflito no Oriente Médio. Agora, sim, dá para entender do que eles estavam falando.
Alfredo Buffon, Porto Alegre, RS
A reportagem estava ótima, com poucas palavras, mapas detalhados e textos fáceis de compreender. Fiquei admirado e agradeço por ver um assunto complicado tão bem abordado.
Luciano Gonçalves Ferreira, Maringá, PR
, O telefone ultra-rápido
Gostei muito da matéria Fastfone (número 11, ano 11). Os infográficos estão simplesmente demais, é impossível não entendê-los. Espero que o novo sistema realmente melhore a telefonia celular no país, que hoje deixa muito a desejar.
Milton César da Silva, Petrolina, PE
Trabalho na área de projetos de sistemas celulares e gostaria de lembrar que a tecnologia digital CDMA (sigla em inglês para Acesso Múltiplo com Divisão por Códigos) não é a única. Existe também a TDMA (sigla em inglês para Acesso Múltiplo por Divisão de Tempo), usada nos Estados Unidos, Canadá, Austrália e em alguns Estados brasileiros. A existência de dois sistemas cria uma briga sadia, pois faz com que eles tenham que se aperfeiçoar.
Douglas Soares, São Paulo, SP
O remédio está nos genes
Não me interesso muito pelo assunto, mas mesmo assim resolvi ler O curativo genético (número 11, ano 11). Quando comecei a ler, achei ótima a maneira de explicar o que é esse curativo e quais as chances de dar certo. É por isso que gosto dessa revista: ela consegue mudar nossa opinião e encontrar o melhor jeito de explicar assuntos complicados.
Flagner Vaz Camaro, Curitiba, PR
Os curativos genéticos serão uma nova matéria para os alunos de Medicina. Já era hora de largarmos o velho band-aid.
Cláudio Villa Real, Ituverava, SP
É animador saber que no mundo há pessoas preocupadas com a pesquisa genética. Todos nós esperamos, ansiosos, o dia em que doenças como o câncer e a Aids poderão ser curadas.
Thais Dall'Olmo, São Paulo, SP
Gostei de todas as reportagens de novembro, principalmente da que fala do curativo genético. Ela nos ajudou bastante, sobretudo na Feira de Ciências e Cultura da qual participei, junto com meus colegas, apresentando esse tema.
Jairo da Rocha Lopes, Santana do Ipanema, AL
O melhor dessa matéria é que, mesmo sem nenhum conhecimento prévio do assunto, eu não tive que lê-la várias vezes para entender as explicações. Nunca pensei que uma técnica tão apurada já estivesse sendo desenvolvida. Pena que ela só vai estar disponível nos hospitais na primeira década do século XXI.
Palmenas Costa Diniz, Belém, PA
Fico sem fôlego cada vez que a SUPER chega à minha casa, pois os assuntos que ela aborda tem um forte embasamento científico. E a reportagem sobre Genética vem mostrar que, além de tudo, a revista está sempre antecipando o futuro.
Darci Costa de Oliveira, Dourados, MS
Notas Na página 12 (número 11, ano 11) está escrito que a seqüência de notas que os músicos utilizam é dó, dó sustenido, ré, ré sustenido, mi, mi sustenido e assim por diante. Na realidade, não existe mi sustenido. Depois do mi, vem o fá.
Jiu-jítsu
Duas ilustrações referentes aos golpes de jiu-jítsu estão invertidas na página 45 (número 11, ano 11). As imagens trocadas são as da chave de braço e a do triângulo invertido.
Schrödinger
Na página 87 (número 11, ano 11), informa-se que o autor do livro O que é vida? se chama Edwin Schrödinger. Na verdade, seu primeiro nome é Erwin.
El Niño
O plâncton não é impedido de subir à superfície pelo El Niño, como está escrito na página 37 (número 11, ano 11). Na realidade, são os nutrientes do fundo do mar que não sobem, deixando o plâncton sem alimentação e impedindo-o de proliferar. Além disso, na página 38, onde se lê maio de 1988, o correto é maio de 1998.
Feynman
O físico americano Richard Feynman não morreu em 1978, como está na página 91 (número 11, ano 11), e sim em 1988.
Micronações
Na ilustração das páginas 100 e 101 (número 9, ano 11) há alguns erros. O alfinete que indica Mônaco na verdade é Andorra, e o que indica Andorra é Luxemburgo. Luxemburgo estava erroneamente indicado na Alemanha. Liechtenstein fica entre a Áustria e a Suíça, e não dentro da Alemanha.
Superdivertido
No puzzles Palavras misteriosas, publicado na página 91 (número 10, ano 11), a coluna traz a palavra léo, quando deveria ser léu.