Ir para conteúdo | Ir para menu do site | Ir para home do site

Superinteressante

Superinteressante

COMPORTAMENTO

Superinteressante edição 204
Edição anteriorset 2004 Edição posterior
Receba as atualizações da Super em seu RSSRSS
Outras matérias
  • Carta ao Leitor
  • Festejar é preciso
  • Ciência
  • Nó da matemática
  • Em um simples laço podem se esconder os segredos da matéria
  • Especial
  • Política do faz-de-conta
  • Uma coisa é o que vemos. Outra é a imagem que os candidatos querem vender. Prepare-se: você nunca mais vai assistir a propaganda eleitoral com os mesmos olhos
  • Saúde
  • A ciência de comer bem
  • No meio de tantas dietas novas e de tantas pesquisas contraditórias, fica difícil entender o que é uma alimentação saudável. Mas acredite: é mais fácil do que parece
  • Super Leitor
  • Super equívoco
  • Super Zoom
  • No lugar certo, no instante exato
  • O francês Henri Cartier-Bresson, morto no mês passado, era o mestre dos flagrantes precisos e dos pequenos gestos
  • Supercult
  • Um site útil
  • Marina Person
  • A apresentadora do Cine MTV projeta o que há de bom - e pior - no cinema nacional
  • Um site inútil
  • O homem do cipó
  • Ritmo de aventura
  • Made in Brazil
  • O futuro é violento
  • Sangue ruim
  • Selvagens da motocicleta
  • Por que a gente é assim?
  • O dono do moinho
  • Superfantástico
  • E se... humanos tivessem só um sexo?
  • Superintrigante
  • O que há por trás desse spam?
  • Qual o feijão mais popular no Brasil?
  • De onde vem a expressão "par de chifres"?
  • Como fazemos café descafeinado?
  • Por que as aranhas encolhem as pernas quando morrem?
  • É possível trocar de nome?
  • O que é anosmia?
  • Supernovas
  • O sopro da polêmica
  • O rei dos céus
  • Barão Vermelho, o nobre que derrubou 80 aviões, virou herói e inspirou até desenho animado
  • Amigo computador
  • Tempos infernais
  • Novidades embaixo d’água
  • Perigo da lata
  • Promoção para mongol
  • Som do espaço
  • A rede salva
  • Piadas burras
  • A ilha que cresce
  • Cozinhando com sujeira
  • Bolsa de asteróides
  • Superpapo
  • Ao cérebro o que é do cérebro
  • Afinal de contas, para que serve essa massa cinzenta que carregamos no crânio? Carl Zimmer encarou a mente humana em busca das respostas
  • Superpolêmica
  • Guga e o zen-budismo
  • "Guga continua a ser um tenista formidável. O desafio é se livrar do passado"
  • Superpôster
  • B.Boy na fita
  • Superretrô
  • Anti-heróis da bola
  • Supertech
  • Teclas virtuais
  • Inteligência
  • No esquema
  • Som de Rolls-Royce
  • Tudo azul
  • No sofá
  • Tecnologia
  • Orkut!
  • O site de amizade, namoro e negócios já tem 700 mil fãs brasileiros - e outros milhares aderem à rede todos os dias. Por quê? O orkut é um fenômeno passageiro ou veio para ficar?
  • Amigo computador

    Estudo revela que o que irrita nos computadores não são os defeitos, mas sim a falta de educação, numa pesquisa sobre a raiva das pessoas quando a máquina de repente deixa de funcionar.

    O que irrita nos computadores não são os defeitos, mas sim a falta de educação. Foi o que descobriu Jeng-Yi Tzeng, da Universidade Nacional de Tsing Hua, Taiwan, que pesquisou a raiva que sentimos quando a máquina de repente deixa de funcionar. Inspirado em um provérbio chinês que diz que "ninguém maltrata uma pessoa educada", Tzeng convidou 269 estudantes para testar um jogo em que deveriam completar provérbios com a ajuda de umas dicas. Tinha uns problemas: o jogo era chato, as questões se repetiam e as dicas eram inúteis. Ele terminava de duas maneiras: uma amistosa ("Desculpe, as dicas não foram úteis para você. Tente de novo") e outra antipática ("As respostas não estão corretas"). Na versão simpática, 60% dos jogadores disseram que as desculpas tornaram o jogo mais agradável. Os que receberam as mensagens antipáticas não reclamaram, talvez por já esperarem esse tratamento, mas foram mais duros na hora de avaliar o programa. "Quem teve respostas educadas se sentiu mais confortável ao jogar", afirmou Tzeng. Para ele, a relação entre homens e softwares melhoraria se os programadores deixassem de passar adiante os erros das máquinas. Já os defeitos, esses não acabarão tão cedo.

     

     

    Capa de Super 265 Leia a Super 265
    Publicidade
    Anuncie
    topo
    Superinteressante

    [1987 - 2009] Editora Abril S.A.

    Todos os direitos reservados.