
Miguel Gama Francisco veio para a Super em 1987. Seu trabalho: coordenador gráfico. Ele juntava textos e imagens e fazia com que a gráfica entendesse tudo isso. "Foi uma época boa", diz. Hoje, a profissão de Miguel deixou de existir. Os computadores em rede se encarregam de levar os textos à arte e misturá-los com as imagens. E a redação só precisa mandar um arquivo para a gráfica. Miguel mudou de carreira: hoje é dono de uma pet shop, a Bom Pra Cachorro, em São Paulo.
Outras profissões que não existem mais
Operador de internet:
A Super foi uma das primeiras revistas brasileiras a ter endereço de e-mail, mas ninguém sabia mexer. Havia uma pessoa aqui para isso: quem tivesse um e-mail para mandar chamava o cara e ele escrevia
Arte-finalista:
O sujeito que colava textos e imagens numa cartolina para mandar para a gráfica. Era assim que se faziam páginas