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A CIA (quase) criou um gato espião nos anos 60

Por Vinícius Giba Atualizado em 4 jul 2018, 20h33 - Publicado em 16 Maio 2013, 18h14

Acompanhem a incrível (e curta) história do gato que (quase) virou espião (por pouco tempo…)!

Na década de 60, a CIA tinha essa ideia (nada infantil) de espionar com animais. Experimentou com ratos, insetos e tentou até controlar os movimentos de um tubarão através de implantes.

Porém, um dos casos mais curiosos, segundo a autora do livro “Frankenstein’s Cat”, Emily Anthes, é o do gato espião.

Em uma operação cirúrgica que durou uma hora, um veterinário transformou um simples gato numa ferramenta-viva de espionagem ao implantar um microfone no seu canal auditivo, um rádio-transmissor na base de seu crânio e uma fina antena sob seu pelo branco-e-cinza.

O objetivo era treinar o bichano para que entrasse em locais sigilosos, parasse perto de oficiais e transmitisse o que era falado pelo inimigo.

Surpreendentemente, o animal sobreviveu à operação. Era hora de botá-lo à prova! Sua missão-teste foi a de se aproximar de um banco num parque e ouvir a conversa de dois homens, PORÉM, o gato apenas saiu andando sem rumo e foi atropelado por um táxi.

Fim.

(Fonte: Discovery)

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