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“Fortnite” vicia atletas da liga de beisebol dos EUA, que caem de ritmo

Por Lucas Massao Atualizado em 4 jul 2018, 20h32 - Publicado em 16 Maio 2018, 18h03

Fortnite vem se tornando cada vez mais popular, não é de hoje. O título, além de trazer recordes em plataformas de transmissão ao vivo e dinheiro arrecadado pela desenvolvedora, a Epic Games, parece estar interferindo no beisebol, um dos esportes mais tradicionais nos Estados Unidos.

Segundo a revista Fortune, o jogo tem se tornado popular entre os atletas da MLB, liga de beisebol do país, que passam boa parte da temporada viajando entre as cidades e com uma boa quantidade de tempo para jogar. Esse cenário fez com que Fortnite, com suas partidas rápidas e divertidas, principalmente em plataformas móveis, se tornasse um passatempo entre os atletas.

O arremessador do Boston Red Sox David Price, por exemplo, não conseguiu jogar na partida da última quarta-feira (9) contra os arquirrivais New York Yankees por ter uma síndrome do túnel de carpo, provocada por esforço repetitivo. Houve quem questionasse se Fortnite teria influenciado ou causado a lesão de Price. A repercussão fez o atleta declarar que não jogará mais o título, pelo menos na véspera de partidas.

Segundo o site The Athletic, os jogadores Chris Sale, Craig Kimbrel e J.D Martinez, do Red Sox, jogam com frequência no Xbox de Price. No total, o trio viciado em Fortnite receberá US$ 79 milhões em 2018. O técnico da equipe, Alex Cora, já desmentiu os boatos de que os jogadores poderiam se machucar por estarem matando muitos inimigos virtualmente.

Mas Fortnite ainda está longe de cair na censura no beisebol. Outra popular equipe da MLB, o Milwaukee Brewers, transformou o telão de seu estádio em uma grande televisão e levou membros do time que são fãs de Fortnite para jogar algumas rodadas no melhor estilo “desliga esse jogo e vai brincar lá fora”.

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