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Top 10: Jogos indie de 2016

Por Lucas Massao Atualizado em 4 jul 2018, 20h33 - Publicado em 21 dez 2016, 15h23

Além de lançamentos aguardadíssimos, em 2016, o mercado de games recebeu agradáveis surpresas vindas do universo indie. E, como final do ano é hora de relembrar os momentos bons que passamos, aqui estão os 10 jogos indies que mereceram o devido destaque.

Gone Home

Gone Home

Kaitlin Greenbiar, uma jovem de 21 anos, volta para casa depois de passar um tempo no exterior e, ao chegar, descobre que toda sua família desapareceu. A resposta para o sumiço está nos aparentemente mundanos objetos de sua casa.

everybodys gone to the rapture

Everybody’s Gone to the Rapture

Com enredo digno de série, Everybody’s Gone to the Rapture conta a história do sumiço de moradores de uma pequena vila na Inglaterra. O jogo progride a partir da interação com misteriosos globos de luz e com os objetos que os habitantes deixaram para trás.

Dungeon Darkest

Darkest Dungeon

Inspirado nos RPGs japoneses, Darkest Dungeon conta a história do herdeiro de uma mansão que foi palco de experiências sobrenaturais e invocações. Para se livrar dos espíritos e criaturas que habitam o seu lar, ele convoca heróis dispostos a enfrentar os perigos. Ao longo do game, os heróis podem ficar traumatizados com os horrores do local e passam a não obedecer seus comandos.

firewatch

Firewatch

O patrulheiro Henry, funcionário de um parque florestal no Wyoming precisa buscar pistas para acontecimentos inexplicáveis que estão ocorrendo na região e solucionar o mistério da sombra que vive aparecendo de canto de olho. As dicas são dadas por Delilah, sua chefe, com quem fala usando um simples walkie-talkie.

inside-game

Inside

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As semelhanças, tanto visuais quanto temáticas, de Limbo com Inside são indiscutíveis. A jornada, mais uma vez, consiste em levar um garoto por um ambiente lúdico cheio de inimigos e quebra-cabeças, solucionados com corpos cinza.

thumper

Thumper

Se apresentando como um jogo de violência rítmica, Thumper é game de terror camuflado de jogo em que o ritmo e a velocidade são os principais combustíveis. A velocidade e a intensidade aumentam progressivamente ao longo dos nove níveis, mas não assustam os principiantes. O medo, no entanto, é causado pela trilha sonora, esta sim capaz de causar calafrios.

hyperlightdrifter

Hyper Light Drifter

Hyper Light Drifter é definido pelo seu criador como uma mistura de dois títulos consagrados: Diablo e The Legend of Zelda: A Link to the Past. O protagonista, chamado de The Drifter, usa uma espada de energia, que pode ser aprimorada com raros módulos de energia, espalhados em cantos distantes do mundo, e precisa conviver com uma doença de origem desconhecida e incurável enquanto mata monstros cada vez mais poderosos.

abzu

Abzu

Inspirado pelo estilo de jogo de Journey, Abzu parte de uma premissa simples: explorar o oceano. A progressão, feita de maneira linear, coloca o jogador em diferentes cenários do oceano, como cavernas profundas e recifes de coral. A sua única missão é explorar os locais e ver como os peixes interagem entre si. A simplicidade se alia com visuais estonteantes para criar uma bela experiência.

thewitness

The Witness

A ideia de The Witness é fazer o jogador pensar, repensar e pensar mais uma vez em maneiras de resolver os quebra-cabeças de uma ilha. As regras de cada quebra-cabeça são diferentes e estão escondidas em sinais e sons espalhados no ambiente. O sucesso do game foi tamanho que, em uma semana, ele já superou todos os custos de produção e com pessoal.

superhot

Superhot 

Ao invés da superação ou da exploração, o jogo em tiro de primeira pessoa Superhot tem como tema o tempo, que acelera toda vez que o jogador se move ou dispara algum tiro. A mecânica adiciona um elemento de puzzle a Superhot, transformando cada disparo em uma espécie de movimento de jogo de xadrez.

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