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DNA de cachorros é utilizado para encontrar donos que não recolhem cocô

Por Lucas Massao Atualizado em 4 jul 2018, 20h34 - Publicado em 7 abr 2016, 13h25

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Um condomínio de luxo na cidade de Broomfield, no estado americano do Colorado, adotou uma estratégia nada ortodoxa para evitar que seus moradores deixem cocô de cachorro no chão. Todos os condôminos donos de cãezinhos devem submeter uma amostra de DNA, colhida com um cotonete. O material biológico, então, é inserido em um banco de dados com informações sobre os animais.

Quando um “presente” é encontrado, a administração colhe o DNA do excremento e vê se ele pertence a algum cachorro cadastrado no sistema. Caso o resultado seja positivo, o responsável pelo animal precisa pagar uma multa de 100 dólares. A novidade recebeu avaliações boas e ruins. Mike Liddle, habitante do condomínio, afirma que, pelo menos, ele criou uma piada nova baseada na situação. “Agora digo aos meus parentes que meu cachorro ‘manda um fax’ de 100 dólares”.

A fiscalização constante, porém, fez com que alguns moradores se tornassem especialistas na arte de coletar fezes sem deixar qualquer traço. “A minha vizinha fica estressada toda vez em que ela pega a sujeira. Às vezes, eu até saio com uma lanterna fortíssima para ajuda-la a limpar tudo”, afirmou Liddle.

Em comunicado, a gerência afirma que o complexo aceita animais de braços abertos, mas preza pelo nível mais alto possível de limpeza e higiene. Um morador, que não quis se identificar, concorda com a atitude. “Eu acho a nova política ótima por manter as coisas limpas e atribuir a responsabilidade para os donos dos cachorros. Se a pessoa é multada uma vez, espera-se que ela aprenda a lição e não deixe o cocô largado na próxima ocasião”.

Com KDVR

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