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Hotel na Nova Zelândia bane o uso de shorts de lycra

Por Lucas Massao - Atualizado em 4 jul 2018, 20h33 - Publicado em 11 Maio 2016, 16h42

 

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Ciclistas

Em um esforço para aumentar “os padrões de vestimenta” e eliminar os “pacotes” formados pelas roupas elásticas, o Hotel Plough, na cidade de Rangiora, no sul da Nova Zelândia, expôs um aviso na última quinta-feira (14) dizendo: “A bicicleta é um objeto lindo, mas eles nunca deveriam ter criado a Lycra! Por favor, o uso de roupas desse tipo está proibido”.

Segundo Mike Saunders, co-fundador do estabelecimento, o lugar busca criar um ambiente tradicional, propício para as famílias. Os shorts, então, “estariam atacando essa atmosfera revelando muitos ‘contornos e saliências’”, afirma. “Muitos dos nossos clientes são crianças ou idosos, e eles não precisam saber o formato do corpo das pessoas”, completou. Apesar do ódio pelo material, a direção do Hotel Plough decidiu não banir outros tipos de tecido “reveladores”. Portanto, shorts, agasalhos e até mesmo biquínis fio-dental estão liberados.

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Siobhan Tobhurst, que já trabalhou com Mike em outro café da região, explica os motivos que levaram Saunders a desenvolver essa raiva toda. “Quando os ciclistas vêm, eles, geralmente, estão fedidos e não é higiênico, ou agradável, eles se sentarem em móveis naqueles trajes”.

As temperaturas na região, que chegam a ficar na casa dos 12 graus Celsius em abril, não impediram os ciclistas de sair de casa e tirar uma foto com a tal placa polêmica. Mas, caso eles resolvam assumir uma postura mais agressiva, Luke Grice, o outro fundador do empreendimento, diz que a sua equipe está pronta. “Se nos ameaçarem com bombas de encher pneus, podemos montar barricadas. Temos comida e água o suficiente para superarmos a ofensiva”.

A representante do clube de ciclismo Pegasus Tracy Clark disse, em entrevista ao Fairfax New Zealand, que o banimento demonstra uma falta de compreensão. “Algumas pessoas cresceram sem o vínculo com a bicicleta, e não sabem como é sair por aí para ver as paisagens, eles só querem entrar em carros e ir de um lugar para o outro”.

 

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