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8 depoimentos de fãs do Dark Writer

Ele nunca mostra o rosto. E não dá nem para saber se é homem ou mulher. Cercado de mistérios, o brasileiro Dark Writer conquistou fãs por causa de seus textos na internet e chamou atenção de Barry Cunningham, editor que lançou J.K. Rowling e Harry Potter.

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Para você entender melhor a origem do que pode ser o próximo fenômeno da literatura jovem, a SUPER preparou uma matéria sobre o projeto Dark Writer. A reportagem completa você confere nas páginas da edição de dezembro da SUPER. Se você quer conhecer a história, leia o primeiro capítulo do livro aqui. E, para esquentar, saiba o que os fãs do escritor sem rosto dizem sobre sua obra:

1. Larissa Suriani, 17 anos, estudante, Goiânia (GO)

Conheci o projeto através do Twitter, quando um leitor me perguntou se eu gostava de ler e me mostrou como funcionava o projeto no Orkut. Gostei bastante da iniciativa e do livro, daí pra frente me senti cativada a continuar a acompanhar cada capítulo, e mostrar o projeto a outras pessoas. Acredito que o(a) Dark tem um enorme potencial. Sua maneira de doar-se à história é impressionante. O modo como o projeto cresceu e alcançou pessoas de várias partes do mundo é impressionante. Penso que uma história tão boa e com tanto potencial deve ser levada a todas as pessoas. A história de Mary Prince não é aquela história que se lê em pouco tempo e se esquece, e sim, aquela história que dá a sensação de querer ler mais e mais.

2. Juliana Santos, 17 anos, auxiliar de advocacia, São Paulo (SP)

Eu adoro uma história bem contada. Desenrolada, cheia de enigmas e personagens que realmente te fazem sentir a adrenalina. Portanto, no primeiro capítulo eu já amei! A maneira como Mary desperta sozinha no que aparenta ser um mundo paralelo, como ela conhece Adam e Liem, a forma com que eles protegem uns aos outros, criaturas, medo… o sobrenatural em si. Adoro esse elo pela sobrevivência em um lugar desconhecido. Primeiramente, porque todos precisamos de boas histórias além das próprias. Compartilhar um mundo diferente com certeza é produtivo. O fato de ser um projeto nacional me faz querer passar adiante ainda mais. O Brasil precisa saber que aqui também há cultura que se preze.

3. Adriano Santiago, 20 anos, Amparo (SP)

O que me chama mais a atenção no projeto é a transição de momentos em que a protagonista se vê: uma hora está em sua casa tranquila e, em outra, se encontra em um lugar perturbador repleto de criaturas abomináveis lutando para sobreviver. Eu gosto de livros que prendem a atenção, que tenham certa dose de aventura mesclada com horror e suspense, e esse projeto tem tudo isso. O (a) Dark Writer ainda tem um longo caminho a percorrer, amadurecer, mas isso é normal. Abrir a mente é fácil, mas expor nossas ideias em papel é muito difícil!

4. Debora Kim, 18 anos, Mogi das Cruzes (SP)

Desde quando conheci o projeto, percebi a dedicação e o esforço que o/a Dark estava fazendo para divulgar o trabalho. O que me fez gostar dele/a foi o anonimato, a roupa que ele/a usa e o jeito que ele/a trata os fãs. Nunca é ele/a que fala das novidades, é sempre, ou quase, a Mary. É fictício, eu sei, mas é maravilhosa a sensação de poder conversar com um personagem, por mais que eu não saiba quem está por trás. No começo não me interessei tanto assim pela história, porque eu não tinha o hábito de ler. Só que percebi o projeto crescendo e resolvi ler. Achei muito interessante e me cativou. As ilustrações da Nahamut me fizeram gostar mais ainda do projeto. Porque é assim que geralmente as pessoas, de longe ou perto, se conhecem. Assim como os fãs de Harry Potter divulgam e comentam sobre o livro/filme, os fãs Darks se unem para divulgar e apoiar o projeto.

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Reprodução:
https://www.facebook.com/TheDarkWriterProject

5. Bianca de La Rosa, 17 anos, estudante, Curitiba (PR)

Conheci o projeto Dark Writer há cerca de dois anos, quando recebi uma mensagem no Twitter em que me convidavam para participar da criação de um livro. Curiosa, decidi saber mais sobre esse projeto, comecei a acompanhar o desenvolvimento desse misterioso escritor que me chamou atenção e acabei virando uma das milhares de fãs do livro. O projeto mostrou que um livro, para ser de verdade, não precisa ter páginas de papel e pode conquistar o público não só pelo nome ou capa, mas sim pelo conteúdo. Quando ficamos sabendo que o Barry Cunningham se interessou pelo projeto, tivemos a completa certeza do potencial dele (a). Ainda me lembro que o (a) Dark nos pediu para escrevermos uma carta falando o porquê do projeto merecer essa chance, e a minha carta foi uma das três selecionadas. Sinto orgulho de todos os leitores do projeto que ajudaram a criar o potencial extraordinário de Dark.

6. Marise Vasconcelos, Natal (RN)

A curiosidade em saber se era um escritor ou uma escritora me levou a ler o primeiro capítulo. Após fazer a leitura, a forma como ele/a escreve me prendeu à história e despertou em mim o desejo de continuar lendo. Li o primeiro capítulo em 2010 e todas as outras versões revisadas. Eu simplesmente me encantei pela história e a forma como ela foi escrita. Algo que prende o leitor e faz com que o mesmo queira saber sempre mais. A história do/a Dark é aquele tipo de história que você quer ler até o fim sem parar, mas hesita quando chega nas últimas partes com medo do fim chegar.

7. Alexandre Júnior, 15 anos, estudante, Iguape (SP)

Conheci o projeto através de amigos, na época do Orkut, que falaram sobre um misterioso ser que escrevia histórias. Como leitor, me interessei e fui procurar sobre. O que mais me chamou a atenção é que a equipe Dark Writer não desiste. Faz mais de três anos que eu conheci o projeto e eles sempre tentam coisas novas, tudo para não deixar o projeto parado e cair no esquecimento. O/a Dark Writer sabe escrever como autores internacionais de grande sucesso. Acredito que o projeto só tem a crescer conforme o tempo.

8. Kaique Fonseca, 16 anos, estudante, Cubatão (SP)

O que me chama mais atenção é o conceito da história e a coragem do projeto de fazer um livro que começou na internet, algo que eu nunca vi. Acredito no potencial e torço muito. O autor (a) do livro é muito inteligente e conquistou milhares de fãs com menos de 10 capítulos. Recomendei para todos os meus amigos. Você lê o primeiro capítulo e fica curioso pra saber como vai começar o próximo. Isso é o que dá mais prazer em ler Dark Writer. Esse projeto me fez gostar mais ainda de ler livros. Acho que, se todos começassem a ler Dark Writer, iriam se apaixonar pelo enredo da história de imediato.

 

edicao

Você pode encontrar a edição de dezembro da SUPER na banca mais próxima. Mas também dá para comprar pela Loja Abril. É só clicar.

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