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Turma do Fundão Por Blog Grupo de leitores-colaboradores da ME que ajuda a revista sugerindo pautas e alimentando este blog cultural

Fomos à BGS e jogamos o Just Dance 2016

Por turma-do-fundao Atualizado em 4 jul 2018, 20h34 - Publicado em 16 out 2015, 17h12

Beatriz_Danquimaia Bruno_Antonio
Marina_Nogueira Noel_Bielecki

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A oitava edição da BGS, Brasil Game Show, contou com diversos estandes na Expo Center Norte em SP entre os dias 8 e 12 de outubro e teve a participação de mais de 250 mil visitantes. Nós da TdF estivemos lá e conferimos a nova versão do famoso game de dança Just Dance. Olha a gente dançando:

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=ZkIhBS-ZBCs?feature=oembed&w=500&h=281%5D

Just Dance é a maior franquia de jogos de dança do mundo e, fazendo jus ao título, continua a se superar. Na nova edição, o jogo mantém a diversidade nos estilos de músicas: há aquelas só para se divertir (os passos dignos de Game of Thrones em “Irish Meadow Dance”, que a TdF testou, são uma pedida), aquela pitadinha de Britney de sempre (“Circus” ficou bem legal) e músicas que vieram bombando desde o verão passado (“All About That Bass”, “This Is How We Doo” e “Fancy”).

Há também os clássicos, aquelas músicas que você conhece há um booom tempo e que mantêm o mesmo potencial (de te fazer dançar). Estão inclusas “Copacabana”, “William Tell Overture” e “These Boots Are Made for Walking” (aquela que sempre toca quando alguém corre a cavalo num filme antigo ou desenho, sabe?).

O interessante nessa edição é a inclusão do sonho de grande parte dos otakus: IEVAN POLKKA! SIM! Hatsune Miku finalmente faz parte da família Just Dance. Em entrevista disponível no canal oficial, a equipe fala sobre finalmente incorporarem a diva virtual que trouxe o Vocaloid à mídia popular. Para quem não tem ideia do que eu estou falando, Hatsune Miku chegou a abrir a Art Rave para a Lady Gaga!

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=H8SkCkJCAaw?feature=oembed&w=500&h=281%5D

O jogo também conta com “Same Old Love”, da Selena Gomez, e “Born This Way”, que levam o jogador a uma perspectiva diferente do jogo ao permitir que a coreografia tenha uma visão tridimensional do palco (praticamente uma versão 2.0 do que “Black Widow” começou a introduzir na edição anterior).

A lista é bem grande (tanto que, se eu falasse de tudo, o post seria maior do que a vontade da Lana de estar morta) e promete agradar gregos e troianos, ou seja, vale a pena juntar a galera para jogar. O Halloween está chegando, faça uma festinha com coxinha que garantimos que lota!

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Para quem não possui nenhum console que suporte o jogo, a dica é baixar o app do Just Dance Now que já conta com todas as músicas para os usuários VIP. Eu sei, o dólar tá caro, mas se um dos jogadores tiver o VIP, toda a sala tem direito a todas a músicas. Dá até para fazer uma vaquinha e comprar um dos planos mais simples. (Juro que não é patrocinado, se fosse eu estaria dançando e não escrevendo.)

O QUE MAIS VIMOS

Uma das características mais legais da BGS 2015 foi a diversidade. A feira disponibilizou muitos atrativos para os diferentes públicos, incluindo fãs de jogos de tabuleiro, RPG e YouTube.

Dentro do evento, havia um fliperama para a galera mais old school, uma área independente para quem queria fugir do convencional, um estande de jogos de tabuleiro, ilhas de computadores para jogos como League of Legends e Dota e livrarias para os gamers que também são leitores.

Diversas produtoras e publicadoras estavam presentes, como Warner, Ubisoft, Capcom e Activision. Também havia estandes de Playstation, Xbox, YouTube, Nvidia, Razer e muito mais.

Deu pra ver que o público feminino tem ganhado cada vez mais espaço. Cerca de 35% do público da BGS 2015 era feminino e cerca de 41,7% dos gamers no Brasil são mulheres. É importante lembrar que as empresas têm apoiado cada vez mais a inclusão de mulheres e outras minorias em games, como Evie Frye e Ned Wynert, uma mulher e um transgênero que aparecerão juntos em Assassin’s Creed Syndicate, jogo da Ubisoft que será lançado dia 23 de outubro.

E por falar em mulheres nos games, a personagem brasileira Laura Matsuda (Street Fighter V) foi apresentada oficialmente no primeiro dia da BGS. Lembrando que a revelação já tinha vazado mais de uma semana antes do evento, o que acabou prejudicando um pouco a empolgação do público em relação a isso. Para variar, mantiveram o estereótipo brasileiro: além de usar uma roupa verde e amarela, a personagem trouxe com ela um cenário com a favela carioca e a taça da Copa no lugar do Cristo Redentor. Além disso, o fundo do cenário tem duas mulheres usando roupas carnavalescas e sambando enquanto a luta acontece.

Outro ponto positivo da BGS foi a presença de funcionários cadeirantes, que auxiliavam a entrada no evento, uma atitude de inclusão importante para todos. Assim, a Brasil Game Show conseguiu incluir muito mais que diferentes tipos de gamers em um evento.

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