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Partículas espevitadas prezam a liberdade

Por que os elétrons não grudam no núcleo dos átomos?

Ninguém sabe direito. Aparentemente é uma conseqüência do seu movimento, ainda não devidamente explicado. “Não há justificativa conhecida para o comportamento dos elétrons”, afirma o físico Cláudio Furukawa, da Universidade de São Paulo, “apenas uma tentativa de descrição pela Mecânica Quântica.”

Hoje já se sabe que eles não giram em torno do núcleo em órbitas circulares, como os planetas em volta do Sol, conforme previa o modelo do físico Ernest Rutherford (1871-1937) em 1911. As órbitas são definidas pela quantidade de energia que comportam. Conforme muda essa quantidade – o que acontece quando se chocam –, pode haver até mudança de órbita. Eles nunca param. “Se parassem é bem possível que fossem, sim, em direção ao núcleo, grudando nele”, arrisca Furukawa. Só que isso não ocorre.

Caminhos diferentes

Os elétrons se movem de duas maneiras, mas nunca encostam no núcleo.

Os dois elétrons mais próximos do núcleo se movimentam sem parar numa área esférica. Nunca se tem certeza do ponto exato em que estão.

Os demais andam por áreas alongadas, como balões esticados. Embora passem perto do núcleo, também não chegam a tocá-lo.

Comentários

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  1. Jorge Franco

    Esta é uma pergunta que me faço. Porque o elétron não cai no núcleo? Se o elétron é compelido eletricamente a se aniquilar com um pósitron porque não cai sobre o núcleo? Ah, o pósitron é diferente de um núcleo, por exemplo, em um átomo de hidrogênio, um próton e um nêutron. Mas, veja, o núcleo tem carga liquida idêntica a do pósitron e o elétron tem dois comportamentos, um com o núcleo e outro com o pósitron. As várias características se mantém, spin, movimento a uma determinada velocidade, etc, mas o comportamento é diferente. Li em algum lugar que é possível empurrar o elétron contra o núcleo, condição temporária que se desfaz, e que é possível simular um Hidrogênio com um pósitron e um elétron girando ao seu redor, que também se desfaz, no entanto, o fenômeno em si é intrigante, é como se faltasse algo, como se o elétron dissesse: isto é um núcleo e eu não me misturo para aniquilação, isto é um pósitron, com isto eu me aniquilo. Ou, é como se eles existissem em dois espaços diferentes, que até podem ser sobrepostos, mas que não são o mesmo, elétrons e pósitrons ocupam o mesmo espaço e se aniquilam, elétrons se forem sobrepostos a núcleos não se aniquilam e, a partir de um determinado ponto, eles se distribuem em volta dos núcleos, e em quantidades predefinidas chamadas camadas eletrônicas, no entanto, camadas eletrônicas não são forças e se fossem não escolheriam 2, 6, 10 ou mais elétrons para se distribuir em seu redor. Parece como uma lei pertinente a uma distorção que o núcleo cria no espaço tornando-o poroso, mais longe mais poros, mais quantas de espaço estão disponíveis para serem ocupados.

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  2. Jorge Franco

    O meu comentário é pertinente porque se existe uma distorção quantizadora no espaço, o estudo de seu funcionamento pode levar a fusão nuclear controlada, por exemplo, ou a entender porque um buraco negro se forma e não uma supernova, ou a ajudar a criar um buraco de minhoca unitário, do tamanho de um átomo, ou do tamanho de uma pessoa. Se o espaço pode ser quantizado, pode ser que a massa, as partículas presas em um determinado espaço estejam abaixo ou acima de uam determinada porosidade, abaixo a estrela implode, acima a estrela explode. Sabendo como isto funciona seria possível alterar as características do espaço e fazer com que o espaço admita dois núcleos de hidrogênio e, artificialmente, fazê-lo mudar para o estado hélio obtendo energia no processo. Poderíamos criar pequenas aberturas no espaço, singularidades, rompimentos na quantização do espaço, em pequena escala, estudá-los e verificar o que são na realidade… Uma máquina de Casimir, eletromagnética tem sido comentada há séculos pelos hindus com o nome de Canal de Brahma, dentro da coluna vertebral de cada ser humano (?ser vivo?)… As condições quânticas deste canal são as mesmas e o nome dado, “Vazio”, é intrigante. Naõ que os hindus soubessem Física quântica, mas eles relataram um fenômeno quântico dentro do ser vivo, isto é real.

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