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Por Bruno Garattoni
Vencedor de 15 prêmios de Jornalismo. Editor da Super.
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Apple mostra novo MacBook Pro, iMac híbrido e iPad Mini

Por Bruno Garattoni Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
Atualizado em 21 dez 2016, 09h45 - Publicado em 23 out 2012, 15h15

Acabou de acabar o evento da empresa nos EUA. A primeira novidade é o MacBook Pro de 13 polegadas, que agora também tem tela Retina, de altíssima resolução (até então disponível apenas no modelo de 15″). Um detalhe interessante é que a Apple promete uma redução de 75% na reflexividade da tela (glare), que é um incômodo nos MacBooks atuais. Tomara. O novo modelo pesa 1,58 kg, tem 1,9 cm de espessura, processador Core i5 ou i7, 8 GB de memória RAM e disco de armazenamento sólido (SSD). A versão mais simples, com Core i5 de 2,5 GHz e SSD de 128 giga, vai custar US$ 1699. Não é barato – você está pagando US$ 500 pelo privilégio de ter a tela Retina. Em seguida, a Apple mostrou uma atualização do Mac mini. Ele continua idêntico por fora, mas por dentro ganhou duas novas configurações: Core i5 de 2,5 GHz e 500 GB (US$ 600) ou Core i7 de 2,3 GHz e 2 TB (US$ 1000). Nada demais.

 


O iMac finalmente ganhou cara nova. O novo modelo é extremamente fino, com apenas 0,5 cm de espessura nas bordas (no meio da máquina, onde fica a placa-mãe, a espessura é maior). O efeito visual é bem impressionante. Haverá dois tamanhos de tela, 21,5″ (1920×1080) e 27 polegadas (2560×1440) – resoluções altas, mas nenhuma dessas telas foi apresentada como Retina. Os processadores são Core i5 ou i7 e o armazenamento é híbrido: o novo iMac tem um SSD de 128 GB e um HD tradicional de 1 a 3 TB, numa combinação que a Apple chama de Fusion Drive. Os aplicativos ficam instalados no SSD, e os arquivos do usuário no HD. A divisão é feita automaticamente, sem que você perceba. A vantagem é que essa combinação permite ter a velocidade do SSD, e a alta capacidade proporcionada pelo HD, a um custo viável. O modelo de 21,5 polegadas sai por US$ 1300, um bom preço pelo que oferece. Legal.

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Por fim, veio uma nova versão do iPad. Sim, você adivinhou: é o iPad mini. Como já tinha acontecido com o iPhone 5, o aparelho é exatamente igual às imagens que haviam vazado nas semanas anteriores. A tela é de 7,9″ polegadas com resolução de 1024×768 (não-Retina). O iPad mini roda todos os aplicativos do iPad normal, sem distorções nem adaptações, tem apenas 0,7 cm de espessura. Mas o que chama a atenção é a borda em volta da tela – muito mais fina do que em seu grande concorrente, o Nexus 7. O preço começa em US$ 329, pela versão de 16 GB. É mais caro do que o Nexus (US$ 199 na versão de 8 GB), mas não tanto assim – o Nexus de 16 giga, que é a menor capacidade aceitável hoje em dia (8 GB é muito pouco para um tablet, principalmente porque o sistema operacional ocupa parte do espaço), custa US$ 250.

Análise 

A Apple precisava entrar no mercado de tablets pequenos e baratos. E entrou com tudo. O iPad mini é um produto inegavelmente superior ao Nexus 7, do Google. Ele é mais leve, mais bem-construído, sua tela é 35% maior, o ecossistema de aplicativos é melhor…  Se a Apple tivesse apresentado o iPad mini por US$ 199, ou mesmo por US$ 250, todos os outros tablets compactos estariam extintos amanhã. Como ela não fez isso, Nexus, Kindle Fire & cia. ganharam uma sobrevida. O próximo capítulo acontecerá na semana que vem, quando o Google deverá apresentar um novo celular e, especula-se, uma redução no preço do Nexus 7 (ou até mesmo uma nova versão do aparelho). O Google realmente precisa de uma resposta forte. Se não fizer isso, a Apple parece pronta para dominar o mercado de tablets compactos.

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