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Ateus pedem que australianos não coloquem “Jedi” como religião

Por Lucas Massao Atualizado em 4 jul 2018, 20h35 - Publicado em 2 ago 2016, 17h38

jedi face

(Crédito: Paul South)

Em uma campanha para garantir que o próximo censo australiano, que será realizado no dia 7 de agosto, realmente consiga demonstrar a pluralidade religiosa no país, ateus estão pedindo para que as pessoas que não seguem nenhuma religião não respondam a pesquisa com “Jedi”. Isso porque, em 2011, quando o último censo foi feito, 64 mil australianos se declararam como seguidores da força, número semelhante aos Sikhs e Adventistas do Sétimo Dia.

O fenômeno “Jedi” começou em 2001, quando uma campanha via email afirmava, erroneamente, que o governo reconheceria a religião caso mais de 8 mil pessoas a selecionassem no censo. Kylie Sturgess, amante de ficção científica e presidente da Atheist Foundation of Australia, defende a ideia de que as pessoas devem levar o levantamento mais a sério, pois a estrutura do censo australiano define que, caso as pessoas marquem a caixa “outros” e coloquem, por exemplo, “Jedi”, elas são contabilizadas como “não definido”, ao invés de “sem religião”. “As pessoas não deveriam gastar as suas respostas. Responder a pergunta sobre religião importa porque beneficia todos os australianos quando decisões sobre o gasto do dinheiro dos contribuintes é feito com base nos dados”, afirma.

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(Crédito: Reprodução)

Para ajudar na divulgação, Sturgess tem distribuído pôsteres que incentivam as pessoas a marcarem a caixa de “sem religião” através da frase “Se um velho religioso de túnica não te representa, não se fantasie como um ‘Jedi’”.

Chris Brennan, morador de Melbourne e diretor da Sociedade de Apreciação de Star Wars, afirma que a opção é uma maneira de algumas pessoas dizerem ao governo que ele não pode dizer o que elas devem fazer. Brennan ainda diz que existem seguidores genuínos da Força que não são “fanáticos ou doidos”.

Para ele, a frase “sem religião” não consegue “resumir as visões diferentes que as pessoas tem da fé, se elas não seguem uma religião organizada”. O australiano defende que o caminho Jedi inclui visões como “toda vida é sagrada”, “seja bom para os outros” e “proteja os inocentes e os fracos”.

Com The Sunday Morning Herald

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Mundo Estranho
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