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Por que a tensão da rede elétrica varia de uma cidade para outra?

A tensão utilizada é uma herança das concessionárias gringas que instalaram as redes elétricas no Brasil

Por Maria Clara Rossini Atualizado em 18 Maio 2022, 18h48 - Publicado em 18 Maio 2022, 18h46

Essa variação é uma herança das empresas estrangeiras que instalaram as redes elétricas no país, no final do século 19 e início do 20. As americanas costumavam utilizar a tensão de 110 V, enquanto as europeias optavam por 220 V. A partir de 1986 as concessionárias passaram a trocar a de 110 V para a de 127 V, considerada mais eficiente.

Há outras tensões também, como 380V, 230V, 254V e 115V espalhadas pelo país. Segundo Cyro Boccuzzi, membro sênior do Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos, a tendência é que o país comece a adotar uma tensão padronizada de 220V e 127V.

Isso já quase foi feito. Em 1988, o então presidente José Sarney assinou um decreto que pretendia padronizar as tensões no Brasil. No entanto, a mudança não seria viável a curto prazo, devido ao tamanho do país e à diversidade de empresas que fizeram as concessões no território. Segundo uma pesquisa feita pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), em 2011, a padronização imediata traria um grande aumento na tarifa de energia elétrica.

Só que essa mudança já está acontecendo aos poucos. À medida que os transformadores antigos são substituídos, eles passam a adotar a tensão padrão, de 220V e 127V.

Hoje, a maioria dos equipamentos elétricos são bivolts – ou seja, funcionam nessas duas tensões. Mesmo assim, sempre é bom dar uma olhada na tensão especificada pelo fabricante do equipamento, principalmente se ele for mais antigo. Caso contrário, o aparelho pode queimar ou operar com menor potência.

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