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Semana de Halloween – 5 remakes de clássicos do terror

Por turma-do-fundao Atualizado em 4 jul 2018, 20h35 - Publicado em 31 out 2014, 16h33

Raphaela

A Morte do Demônio
Original: 1981
Remake: 2013

evildead

Não foi preciso esperar muito. Em 1981, quando o filme foi lançado, ele já havia se tornado um clássico. A surpresa e a adoração vieram pelo fato de que, com pouquíssimos efeitos especiais e um orçamento muito limitado, os produtores conseguiram construir cenas bizarras, assustadoras e inesquecíveis, como o estupro com o cipó.

Na história, um grupo de adolescentes está refugiado em uma cabana no meio da floresta – agora você sabe da onde vêm os clichês dos filmes de terror – quando se depara com um livro que faz com que uma força satânica possua seus corpos.

Em 2013, a refilmagem com produção de Sam Raimi (diretor do original) tornou-se ainda mais sangrenta e aterrorizante com toda a tecnologia finalmente disponível.

O Massacre da Serra Elétrica
Original: 1974
Remake: 2003

massacreserraeletrica

Foi uma demora absurda para conseguir financiamento para a produção do original. Além disso, a história era meio fantasiosa e não despertava confiança nos produtores. Estávamos falando de um assassino que usava uma máscara feita de pele humana e que carregava uma serra elétrica, algo que poderia repelir o público.

Alguns boatos diziam que o filme era baseado em fatos reais e, por isso, fez tanto sucesso. Na verdade, apesar de a história emprestar elementos do caso real de Ed Gein, tudo não passou um golpe de publicidade para atrair espectadores.

De qualquer forma, o filme fez tanto sucesso que deu origem a três sequências. Em 2003, o remake estreou nos cinemas e, em 2013, a franquia foi novamente reativada com uma espécie de sequência do original de 1974.

Carrie, a Estranha
Original: 1976
Remake: 2013

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carrie_aestranha

Sucesso das noites de terror do SBT, a história de Stephen King marcou o gênero no cinema e tornou-se inesquecível. Dirigido por Brian de Palma, o original conta a história de Carrie, uma adolescente pouco sociável que passou a vida inteira sendo reprimida pela mãe e maltratada pelos colegas de escola. Com o tempo, ela desenvolve poderes telecinéticos e, depois de uma grande humilhação na escola, usa seus poderes para se vingar de todos.

A nova versão não poderia ser melhor. Tem como protagonista Chloë Moretz e Kimberly Pierce na direção. O resultado foi muito mais do que o esperado, já que, além de atender a todas as expectativas dos fãs e também da crítica, trouxe de volta ao cinema a história de Stephen King.

Sexta-Feira 13
Original: 1980
Remake: 2009

sextafeira13

É sexta à noite, mas você está em casa com as portas e janelas trancadas. Só há uma explicação: Jason Voorhees. Desde que o psicopata foi criado em 1980, a sexta-feira 13 se tornou o motivo pelo qual você não anda sozinho na rua escura. A verdade é que os produtores não esperavam que o longa se tornasse um grande sucesso, pois o roteiro não era convincente e a história também não era inovadora, mas o projeto foi levado adiante e, quem diria, fez de Jason um ícone do terror.

A refilmagem de Sexta-Feira 13 empresta mais elementos das sequências do que do filme original, no qual Jason sequer aparece. Apesar de não ter obtido sucesso com a crítica, foi muito esperada e elogiada pelos fãs. Além de tudo, o filme foi dirigido por Marcus Nispel, responsável também pela refilmagem de O Massacre da Serra Elétrica, o que gerou ainda mais expectativa em cima da nova versão.

A Hora do Pesadelo
Original: 1984
Remake: 2010

horadopesadelo

Em 1984 surgia o que viria a ser uma das franquias mais longas do cinema. Dirigido por Wes Craven (depois responsável pela série Pânico), o filme trazia um dos vilões mais marcantes de toda a história do terror.

Impossível não se lembrar das garras e daquele rosto completamente deformado: Freddy Krueger aparece somente no momento em que a vítima dorme e é neste instante que ele age, invadindo os sonhos de suas presas. O assassino entrou na história do terror com maestria e originalidade e, sem dúvida alguma, deixou o público de olhos abertos durante toda a noite.

A refilmagem não gerou grandes expectativas. O diretor Samuel Bayer, famoso por ter feito dezenas de videoclipes, tinha pouquíssima experiência com cinema, o que deixou muitos fãs com o pé atrás. Porém o filme de 2010 se tornou a oitava maior bilheteria de uma refilmagem na história do terror.

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