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Como funcionam as corridas de revezamento paralímpicas

Uma mudança em comparação com as Olimpíadas é que, no revezamento paralímpico, os atletas em cadeiras de roda não precisam passar a barra

Por Felipe Germano Atualizado em 4 nov 2016, 19h18 - Publicado em 9 set 2016, 18h45

COMO FUNCIONAM AS PARALIMPÍADAS
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Assim como nos jogos olímpicos, as paralimpíadas possuem duas modalidades de revezamento: 4x100m e 4×400 – ambas praticadas tanto por homens quanto por mulheres, em disputas distintas. A diferença é que nos jogos paralímpicos, essas competições ganham novas provas, visando que os competidores consigam disputar com atletas que possuam deficiências semelhantes às suas.

A prova é basicamente a mesma, quando se pensa nas olimpíadas: quatro corredores formam uma equipe. Cada atleta tem que correr uma distância que é de 100 ou 400m, encerrado esse espaço, ele passa a vez para o próximo competidor de seu time. A passagem é feita por meio de uma barra, quando o corredor seguinte pega o objeto ele passa a correr a sua parcela da distância. A diferença é que, no  casos dos atletas deficientes visuais, a passagem da barra pode ser feita pelo guia, e quando a competição foca em cadeirantes, a barra é substituída por um toque na mão.

Nas provas de 4×100 há competições para atletas com amputações na parte superior ou inferior do corpo (apenas masculina), para deficientes visuais (masculina e feminina) e para competidoras que tenham paralisia cerebral e consigam correr (apenas feminina). No caso das 4×400 a prova fica exclusiva para cadeirantes por conta de poliomielite, amputações ou lesões na medula (provas masculinas e femininas).

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