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Toma que o filho é teu

Por Da Redação - Atualizado em 31 out 2016, 18h46 - Publicado em 2 fev 2013, 22h00

Gisela Blanco

Eu cresci lendo a SUPER. Me acostumei a querer saber o porquê de tudo, o ponto de vista da ciência, todos os lados das polêmicas, as curiosidades improváveis. Quando um ser humano novinho começou a crescer na minha barriga, me senti dentro da maior experiência científica pela qual eu poderia passar. E percebi que, para viver bem essa fase, eu precisava de informação de qualidade.

Corri às prateleiras das livrarias – que estão lotadas de livros sobre gravidez e maternidade. Mas nada ali falava comigo. Poucos eram escritos para a nova geração de pais que, como eu, cresceram jogando videogame e assistindo à Sessão da Tarde. Que já tinham internet em casa durante a adolescência e que não aceitam qualquer resposta – nem na mesa do bar, nem na hora de educar os filhos.

Esta edição é feita para pais modernos (mas tudo bem se você não acreditar nisso, afinal nenhuma revista vai dizer que é feita para gente antiquada e fora de moda). E para pais curiosos. Tentamos mostrar como a ciência explica o desenvolvimento do bebê, discutir ideias batidas sobre a maternidade, explicar como a evolução humana produziu suas estranhas e fofas características e responder dúvidas às vezes esquisitas, porém pertinentes, como estas: Por que os bebês adormecem no carro? Como a ciência pode ajudar os pais a evitar a birra?

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Do lado de cá desta revista, também estavam pais curiosos. O casal José e Tania Lopes comprovou teorias científicas e opiniões de pesquisadores no dia a dia com Miguel, de dois anos e oito meses. A repórter Karina Gomes Barbosa, que está a três meses de ser mãe, montou um sensacional guia de brincadeiras, apps, filmes e livros para divertir pais e crianças.

Se você já tem filhos, espero que se identifique com as próximas páginas e que elas sejam úteis. Se ainda não tem, aqui vai material de sobra para conhecer a fase mais incrível do desenvolvimento humano.

Por fim, preciso agradecer a um rapaz chamado Luís, que acaba de completar dois anos. Sem ele, eu não teria tantas perguntas – e nem tantas noites sem dormir pensando em buscar as respostas.

Divirta-se!

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