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Um dia na vida de… uma pessoa com ansiedade ou depressão

Perguntamos para pessoas com doenças mentais quais são as situações mais desagradáveis que elas passam no cotidiano e desenhamos para você

(Conheça a série de quadrinhos da SUPER: “Um dia na vida de…”. Conversamos com mulheres, negros, gays e pessoas com deficiência para entender quais situações desconfortáveis fazem parte de seu dia a dia – e depois desenhamos os casos para todo mundo entender)

Agradecemos a consultoria de Dra. Flávia Arantes Hime, psicoterapeuta e professora da PUC-SP, e Dr. Eduardo de Castro Humes, psiquiatra e coordenador do ambulatório de Psiquiatria do Hospital Universitário da USP.

As festas de Natal e Ano Novo talvez sejam a época mais paradoxal do ano. Ao mesmo tempo em que ficamos mais introspectivos, lembrando do que aconteceu nos últimos meses e planejando os próximos, é um tempo de convívio, encontros e confraternizações. Mas, para quem não consegue responder com sinceridade, e sem engolir seco, à pergunta “como vai você” na hora da ceia, essa também é uma fase de muito constrangimento – e passível de muitas opiniões gratuitas. Se no geral opiniões gratuitas já não são bem-vindas, para quem sofre de doenças mentais, os pitacos desinformados não são apenas desconfortáveis, mas ameaças à saúde. E não estamos falando de doenças raras(pelo menos não desta vez), mas de ansiedade e depressão, patologias comuns que podem acontecer com qualquer até mesmo sem um estopim aparente.

Relativizar os sintomas da doença, ser tachado de louco, culpar o doente por não mostrar sinais de recuperação, condenar o uso de medicamentos e a necessidade de tratamento psicológico ou psiquiátrico são apenas algumas das situações que as pessoas que sofrem com transtornos psicológicos sofrem.

Mas ter depressão não é estar tristinho, é estar doente. Quem está depressivo e não consegue sair da cama não é preguiçoso, dorminhoco, nem está fazendo corpo mole, está recluso porque não tem condições de dar conta das atividades do dia a dia. Ter transtornos de ansiedade não é estar com borboletas no estômago para fazer uma viagem legal, tirar férias ou comemorar seu aniversário, é não conseguir aproveitar tudo isso por estar doente. Pânico, ansiedade e depressão não são frescuras nem chiliques – são quadros clínicos psiquiátricos que precisam ser tratados.

Assumir que o vazio, a apatia, a melancolia e a paranoia que as pessoas com ansiedade ou depressão sentem são características de doenças graves (assim como a glicose alterada da diabetes e a gastrite pré-úlcera), é o primeiro passo para que eles possam se recuperar.

Optamos por focar em circunstâncias que retratam casos de depressão e transtornos de ansiedade por serem as doenças psiquiátricas mais comuns em todo o mundo e também porque seus sintomas e respostas se manifestam em outras patologias – sendo assim, as duas mais universais.

Os quadrinhos a seguir foram inspirados em situações reais pelas quais pessoas com depressão ou ansiedade passam no dia a dia.

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Um dia na vida de uma pessoa com ansiedade ou depressão

Com quadrinhos de Helô D’Angelo

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Comentários

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  1. Roberto Bonafé

    Fraca a matéria hein. Textos repetitivos e pouco esclarecedores. Sequer elucida alguma dúvida que tenhamos. Só traz o óbvio.

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  2. Carol Benevides

    Roberto Bonafé, muita gente não entende o óbvio, por isso a repetição maçante. Quando realmente houver um avanço no entendimento em relação ao tratamento com pessoas que tem essas doenças, por exemplo, talvez surjam realmente matérias que tragam algo além. Mesmo assim, nunca é demais reler essas informações básicas que continuam sendo bem importantes.

    Gostei da matéria, Superinteressante. Obrigada!

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  3. Roberto Slomka de Oliveira

    O quadro informativo apresenta estatísticas totalmente equivocadas ou falta informação aí. Diz que 700 milhões de pessoas sofrem de ansiedade, e classifica como 33% da população mundial. Para isso ser matematicamente verdadeiro, a população mundial deveria ser de aproximadamente 2,1 bilhões de pessoas, o que ocorreu cerca de 1928… então ou a data dessa fonte é MUITO MUITO antiga, ou se trata de parcela relativa da população mundial (os economicamente ativos talvez?) De qualqueri forma é um erro muito crasso, não?

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  4. Rogério Peixoto

    Opa! Você sofre com ANSIEDADE?
    Então olha isso e assiste esse vídeo até o final para Acabar com isso, e depois deixa um comentário, combinado?
    http://experimenteapaz.com.br/ansiedade/

    #experimenteapaz

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  5. Josiel de Assis

    Não é só na África que se passa fome. Usar a África – um continem rico e com excelente diversidade- como exemplo de fome, é o mesmo que dizer que na Noruega todo mundo é rico e feliz devido ao alto IDH

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