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Elvis não morreu: Ritmo de aventura

Marcel Plasse

São seis filmes que não figuraram nas listas da crítica – nem sequer entre os melhores de Elvis Presley –, mas viraram “cult”. Longe do rebelde da década anterior, o Elvis dos anos 60 é um bon vivant que toca rock, pilota carros de corrida e atrai garotas feito ímã. A fórmula é diversão – com humor, rock e minissaias. Algumas razões para culto: em O Bacana do Volante, Elvis seduz ninguém menos que a filha de Frank, Nancy Sinatra; em Feriado no Harém, a disputa envolve a ex-Miss América Mary Ann Mobley; em Lindas Encrencas: as Garotas, o clima fantasmagórico de “filme B” traz o ator Vincent Price, um clássico do terror; e uma das Minhas Três Noivas é baterista de rock, algo ainda raro em 1966.

COLEÇÃO ELVIS

Direção: Norman Taurog, Gene Nelson, Peter Tewksbury

Estados Unidos, 1963-1969, 568 minutos, R$ 140