🔥 Esquenta Black Friday com PREÇO BAIXO! Assine Revista Impressa + Digital Premium e aproveite! 🤑

Essa artista vai construir um Partenon só com livros proibidos

A instalação vai ser montada na Alemanha, país que baniu e queimou livros em praça pública durante o regime nazista.

Por Karin Hueck Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 4 nov 2016, 15h34 | Atualizado em 4 nov 2016, 15h34
Essa artista vai construir um Partenon só com livros proibidos Priorizar nos meus resultados Google

O Partenon, em Atenas, é o maior monumento ainda em pé da Grécia Antiga: um símbolo da democracia e um templo dedicada à deusa Atena, a da sabedoria. Agora ele vai ser recriado e, em vez de mármore, serão usados 100 mil livros banidos como matéria-prima. A ideia da artista plástica argentina Marta Minujín é fazer uma homenagem ao conhecimento – e um alerta contra a ignorância também, para que se lembre dos perigos da proibição de livros.

No momento, Minujín está recolhendo os livros – que podem estar banidos atualmente em qualquer país do mundo ou que já foram proibidos em algum momento da história. O Partenon literário será erguido em uma praça de Kassel, cidade que abriga a cada 5 anos uma importante feira de arte contemporânea, e o exato local onde em, 1933, nazistas promoveram uma enorme fogueira para destruir 2.000 obras mal vistas pelo regime totalitário.

Continua após a publicidade

A obra é a recriação de um outro Partenon, menorzinho, que Marta Minujín construiu na Argentina, em 1983, para celebrar o fim da ditadura no país vizinho. Assim como da primeira vez, a obra ficará exposta ao público e depois será derrubada, para que qualquer pessoa possa pegar os livros e levá-los para casa. “Democracia sem livros não é democracia”, disse a artista em uma declaração ao público.

Continua após a publicidade

Entre os livros que já foram banidos na história estão Alice no País das Maravilhas (na China, em 1931), A Revolução dos Bichos (na antiga União Soviética e hoje em dia na Coreia do Norte e no Vietnã) e até o Código da Vinci (que foi banido por um tempo em 2004 no Líbano). A lista de todos os livros proibidos pelo regime nazista pode ser vista aqui – e se você possuir algum livro que já foi proibido em algum lugar, pode doar a obra para o Partenon de livros, por aqui.

Continua após a publicidade
Publicidade

Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

Capa da revista Veja, um celular e um notebook exibindo conteúdo digital, sobre fundo escuro com o texto BLACKFRIDAY repetidoBanner de Black Friday com fundo roxo e preto, exibindo a palavra BLACKFRIDAY repetida. À direita, um laptop prateado com uma imagem de carro na tela, um smartphone com um site de notícias e uma revista Veja aberta com uma foto de comida.
ECONOMIZE ATÉ 87% OFF

Digital Essencial

Enquanto você lê isso, o mundo muda — e quem tem Superinteressante Digital sai na frente.
Tenha acesso imediato a ciência, tecnologia, comportamento e curiosidades que vão turbinar sua mente e te deixar sempre atualizado.
De: R$ 16,90/mês Apenas R$ 1,99/mês
ESQUENTA BLACK FRIDAY

Revista em Casa + Digital Premium

Superinteressante todo mês na sua casa, além de todos os benefícios do plano Digital Premium
De: R$ 29,99/mês
A partir de R$ 9,90/mês

*Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
*Pagamento único anual de R$23,88, equivalente a R$1,99/mês. Após esse período a renovação será de 118,80/ano (proporcional a R$ 9,90/mês).