Playlist: 5 coisas para ler, ver e jogar em janeiro de 2025
Maquiavel no novo "Civilization", uma versão inédita de "Tetris", o app que transforma qualquer texto em podcast, a importância dos fracassos científicos - e a surpreendente história das touradas no Rio de Janeiro

O jogo do poder
Você assume o controle de um povo e deve guiá-lo rumo à prosperidade, lidando com ameaças externas (guerras e disputas comerciais) e internas (crises políticas e econômicas). Essa é a fórmula de Civilization, que é baseado em situações históricas reais.
No novo game da franquia, você assume o papel de 18 líderes históricos – de Confúcio a Benjamin Franklin, passando por Augusto, Maquiavel [acima] e Napoleão.
Civilization VII. Lançamento dia 11/2, para PlayStation, Xbox, Switch e PC. R$ 350.

Podcast instantâneo
Sabe quando você se depara com um texto mais longo, mas fica com preguiça de ler ou está sem tempo para fazer isso? Este aplicativo permite transformá-lo num podcast: basta copiar o link do texto e colar na telinha do app.
O resultado é excelente: a narração fica bem natural, parece que foi gravada por um locutor humano (o app oferece várias opções de voz para você escolher).
ElevenReader. Para iOS e Android. Grátis.

Como tudo começou
Alexey Pajitnov, de 29 anos, trabalhava no Centro de Computação da Academia de Ciências da URSS. Em junho de 1984, nos intervalos do trabalho, criou um jogo inspirado nos pentaminós, um tipo de dominó grego.
Nascia ali o Tetris, que se tornaria um fenômeno global, com 520 milhões de cópias vendidas. Este software traz 15 versões do jogo, incluindo uma inédita, e um documentário em vídeo contando toda a história.
Tetris forever. Para PlayStation, Xbox, Switch e PC. R$ 130.
Sol e sombra: As touradas no Rio de Janeiro

As touradas já foram populares por aqui, e não em rincões perdidos: aconteciam no Realengo, em plena cidade do Rio, no começo do século 20. Atraíam milhares de espectadores, e os jornais tinham até comentaristas de touradas. Este livro, escrito por dois historiadores da UFRJ, conta como as touradas vieram parar no Brasil – e como o país conseguiu se libertar delas.
Fracasso: Por que a ciência é tão bem-sucedida

“Mesmo uma taxa de fracasso de 80% a 90% pode ser considerada bem-sucedida”, escreve o neurologista americano Stuart Firestein neste livro, em que explora um lado oculto do progresso científico: as (muitas) vezes em que as pesquisas fracassam e as experiências de laboratório dão errado. Porque é só errando que, um dia, finalmente se acerta.