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Reminiscências

A adaptação é intensa, mas, claro, não pode competir com o romance original.

Cíntia C. da Silva

“Durante muito tempo, costumava deitar-me cedo. Às vezes meus olhos se fechavam tão depressa que eu nem tinha tempo de pensar: ‘Adormeço’.” Foi assim que o escritor francês Marcel Proust iniciou Em Busca do Tempo Perdido. Proust dividiu seu épico em sete volumes, publicados de 1913 a 1927. Também foi assim que Stéphane Heuet iniciou sua adaptação em quadrinhos. A primeira é Em Busca do Tempo Perdido – No Caminho de Swann: Combray (Jorge Zahar Editor). A adaptação é intensa, mas, claro, não pode competir com o romance original.