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Horror com malícia

: Frankenstein, Drácula e O Médico e o Monstro. De quebra, leia também o prefácio do mestre do horror contemporâneo Stephen King, autor de best-sellers .

Por Da Redação Atualizado em 31 out 2016, 18h24 - Publicado em 31 mar 2002, 22h00

Maria Fernanda Vomero

Eles surgiram mais ou menos na mesma época, com apenas algumas décadas de diferença, e se tornaram as figuras mais emblemáticas da ficção de terror. Presentes no imaginário ocidental desde então, volta e meia dão as caras em novos filmes, histórias em quadrinhos e até games. Conde Drácula, Mr. Hyde (a personalidade oculta do Dr. Jekyll) e a criatura criada por Frankenstein representam o lado B do ser humano, com suas perversões, sua malícia e uma impetuosidade latente – o que explica o sucesso dessas figuras, fascinantes para leitores de diferentes gerações. As histórias protagonizadas por esses personagens têm mesmo um ar horripilante, mas o que causa mais medo ao leitor é encarar aquelas emoções que devem ser reprimidas para viver segundo as convenções sociais.

Você pode conferir como as criações de Mary Shelley, Bram Stoker e Robert Louis Stevenson driblaram as regras repressoras da Era Vitoriana – época em que os sentimentos ficavam restritos à alcova – na caprichada edição da Ediouro, que reúne os três maiores clássicos da literatura de terror: Frankenstein, Drácula e O Médico e o Monstro. De quebra, leia também o prefácio do mestre do horror contemporâneo Stephen King, autor de best-sellers aterrorizantes e inevitavelmente transformados em filmes de sucesso. Vejamos se você escapa da tentação de ser mordido pelas musas de Drácula, com aqueles lábios escandalosamente vermelhos e dentes afiados. Ou se consegue se livrar do monstro que a arrogância do ser humano pode criar.

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