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Monges que viraram banqueiros

Edward Burman, Editora Record, Rio de Janeiro, 1994

Por Da Redação Atualizado em 31 out 2016, 18h35 - Publicado em 22 jul 2009, 22h00

Cercada por lendas e mistérios, a Ordem dos Templários – ou Ordem dos Cavaleiros Pobres do Templo de Salomão – foi a maior e mais temida das ordens cristãs da Idade Média. Surgiu no século XII, formada por monges armados – nobres que renunciaram a seus bens para se dedicar a Deus – com a missão de proteger de salteadores os peregrinos que se dirigiam à Terra Santa para visitar o Santo Sepulcro, em Jerusalém. No século XIII, com o apoio de reis e papas, os cavaleiros já eram poderosos agentes financeiros, de acordo com o autor, o historiador Edward Burman. Transferiam fundos para a Terra Santa e emprestavam dinheiro aos cruzados – como o rei Luís VII, que comandou a Segunda Cruzada – e também aos peregrinos. Os templários desapareceram no início do século XIV, não sem antes passar pelos tribunais da Inquisição. Alguns foram presos e outros condenados à fogueira, sob a acusação de heresia e prática de magia.

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