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Fit to print

Como a versão impressa da SUPER inspira o nosso trabalho nas plataformas digitais.

“All the news that’s fit to print”. Esse é o slogan do New York Times desde 1896. Ao pé da letra, significa “todas as notícias cabíveis”. Numa interpretação mais livre, e talvez mais precisa, seria algo como “todas as notícias que merecem ser impressas”. A ideia ali era diferenciar o NYT dos jornais sensacionalistas que inundavam as bancas americanas no final do século 19. E funcionou. A abordagem séria do New York Times tornou-o o jornal mais importante do planeta.

Hoje, a expressão “que merecem ser impressas” não faz tanto sentido. A maior parte dos assinantes do NYT acessa apenas a versão digital do jornal. Mesmo assim, o slogan segue lá. E continua inspirando não só os profissionais do NYT a fazer um bom trabalho, mas todos os jornalistas do planeta. Incluindo, claro, os que fazem esta SUPER.

Nosso caso é parecido com o do NYT. 70% dos nossos assinantes têm acesso à versão digital da revista. E ela é bem mais do que uma revista.
É um universo. Produzimos conteúdo diariamente, em forma de texto, vídeo, podcast. E cada um deles carrega o código genético que transformou a SUPER na publicação mais querida do País.

Tudo isso, porém, não tirou valor da revista impressa. Tornou-a ainda mais importante. As reportagens da SUPER têm uma característica particular. Cada uma deve ser tão atemporal quanto um bom livro. E são elas que servem de base para o nosso trabalho em outras plataformas. O tema da reportagem de capa de fevereiro (transtorno de ansiedade) se tornou nosso primeiro podcast, por exemplo; outra bela matéria está neste momento se transformando num minidocumentário – dou mais notícias em breve 😉

Não menos importante: todas as matérias da revista impressa podem ser acessadas de forma digital pelos nossos assinantes, desde o momento em que a edição vai para a gráfica. Parte do nosso trabalho aqui é tornar essas matérias tão gostosas de ler num celular quanto elas são nestas páginas aqui. Mas a essência do que a gente faz segue intacta: produzir conteúdo profundo e duradouro.

Os jornalistas da SUPER são especialistas nisso. Um deles, porém, se destaca há anos. É o Bruno Garattoni. Se você gosta da SUPER, gosta do Garattoni. Ele é
o responsável por boa parte das nossas reportagens de fôlego desde 2008. É um mestre na arte de captar o que é fit to print, e o que não é. Confira um pouco do trabalho dele na nossa reportagem de capa. Dele e da designer Juliana Caro, que produziu as fotos da matéria. Fotos que merecem uma grande e bonita impressão – mas que estão lindas aqui na nossa versão digital também.