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Como funciona o palmtop?

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Por Fernando Badô
18 abr 2011, 18h47 • Atualizado em 22 fev 2024, 11h18
  • A tela dos micros de mão – conhecidos popularmente como “palmtops” por influência da Apple, a principal fabricante desses aparelhos – possui uma tela do tipo touch screen (“tela de toque”). O segredo desse sistema é que sobre o visor de cristal líquido que exibe as imagens existe uma fina camada condutiva de metal que tem dupla função: primeiro, ela transforma toques em impulsos elétricos. Ou seja, ela é capaz de converter o contato da caneta do palmtop ou mesmo do dedo em uma pequena corrente elétrica. Segundo, ela fica conectada a uma espécie de “rede de coordenadas”, que identifica onde o usuário encostou e transmite essa informação para um microprocessador. Dependendo do lugar tocado, o processador vai devolver uma ordem para a tela: pode ser abrir um aplicativo, matar um naviozinho na batalha naval, digitar uma tecla no visor etc. O inventor dos micros de mão foi o engenheiro americano Milton Bradley. Em 1979, ele apresentou o Microvision, o primeiro computador de mão programável, que na época custava 100 dólares e servia para pouca coisa além de jogos eletrônicos. Tudo mudou. Hoje, os aparelhos mais modernos, além de substituírem as agendas de papel, são capazes de acessar a internet por meio de conexões sem fio e têm até telefone celular embutido.

    Palm pra toda obra

    Aparelho converte toques em sinais elétricos para seguir ordens do usuário

    1. Para identificar um toque, a tela de um micro de mão é feita com diversas camadas. A mais externa, feita de poliéster, é flexível e semitransparente. Quando o usuário encosta a caneta de plástico nessa camada, ela é empurrada “para dentro” do aparelho, na direção das camadas internas

    2. Com o empurrão da caneta, a camada externa entra em contato com uma camada de metal, que converte toques em impulsos elétricos. No ponto em que as duas camadas fazem contato, uma corrente elétrica é transmitida para uma terceira camada, também feita de metal

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    3. Essa terceira camada funciona como uma espécie de “rede de coordenadas”, indicando em que lugar da tela o usuário encostou. Por meio de fios, um impulso elétrico é transmitido do local exato do toque para o microprocessador do micro de mão

    4. Com a ajuda de um software especial, o microprocessador identifica o local onde ocorreu o toque na tela e executa o comando pedido pelo usuário. Se ele tocou na área de acesso ao dicionário, por exemplo, o software vai exibir na tela de cristal líquido o aplicativo sendo aberto

    Alfabeto digital
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    Micro traduz o que o usuário escreve na tela

    Um recurso legal dos micros de mão é “traduzir” o que o usuário escreve na tela. Para fazer isso, o microprocessador detecta a sucessão de coordenadas pelas quais o usuário passa a caneta na tela, entende isso como uma determinada letra e mostra o caracter na tela. Para não rolar confusão entre as letras, os fabricantes padronizaram um alfabeto com o “caminho” que o usuário percorre na tela a cada letra

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