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Como será o novo documento de identificação unificado?

Ele só deverá virar realidade na próxima décadas

Por Felipe van Deursen Atualizado em 14 fev 2020, 17h31 - Publicado em 27 nov 2017, 16h31

Único, como o nome diz. A Identificação Civil Nacional (ICN) será um cadastro que deverá concentrar, em um documento apenas, os dados do registro geral (RG), cadastro de pessoa física (CPF) e título de eleitor. Além de ser uma mão na roda para todo mundo, a ideia é combater a burocracia e as fraudes que envolvem esses documentos. Hoje, cada estado emite RG, o que abre uma brecha para a chamada múltipla identificação. São cerca de R$ 60 bilhões de prejuízo, causado por gente que chega a ter 50 RGs.

CIR/Divulgação

MUITOS DADOS
O novo documento terá dados biométricos do cidadão. Ele unificará RG, CPF e título de eleitor, mas deixará de fora passaporte, por ser um documento exigido por outros países, e CNH, que pode ser suspensa em caso de infração no trânsito

VAI DEMORAR
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é o responsável pela ICN. Ele está coletando os dados, mas essa função só deverá terminar em 2021 ou 2022. Só então o novo documento começará a ser emitido

FONTES TSE, O Estado de S.Paulo, G1 e Portal Brasil

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