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Como surgiu o costume dos biscoitinhos da sorte chineses?

O hábito de trocar biscoitos com mensagens desejando sorte e felicitações surgiu no século 13. Nessa época, grande parte da China estava tomada pelo império mongol, moldado pelo temível guerreiro Temudjin, mais conhecido como Gêngis Khan. Após muitos anos de dominação, os chineses sentiram que os conquistadores estavam enfraquecendo e resolveram que era hora de […]

Por Redação Mundo Estranho Atualizado em 4 jul 2018, 20h28 - Publicado em 18 abr 2011, 18h50

O hábito de trocar biscoitos com mensagens desejando sorte e felicitações surgiu no século 13. Nessa época, grande parte da China estava tomada pelo império mongol, moldado pelo temível guerreiro Temudjin, mais conhecido como Gêngis Khan. Após muitos anos de dominação, os chineses sentiram que os conquistadores estavam enfraquecendo e resolveram que era hora de agir. O povo dominado lutou bravamente por muitos anos, porém, para acabar de vez com a ocupação mongol, faltava arquitetar uma estratégia comum a todos os comandantes revoltosos espalhados pelo imenso país. O plano até foi traçado, mas aí pintou outra grande dificuldade: como transmitir as ordens de batalha sem que os mongóis espalhados por toda China as interceptassem? Esse impasse foi resolvido quando alguém teve a idéia brilhante de camuflar os planos de batalha dentro de tradicionais bolos no formato de meia-lua. Os chineses sabiam que teriam grandes chances de evitar que a estratégia caísse em mãos inimigas porque os mongóis simplesmente detestavam o sabor daquele tipo de bolo. Todos os generais locais receberam a versão primitiva do biscoito da sorte com os planos de batalha e a China conseguiu se livrar dos velhos invasores. A partir de então, todos os anos, os chineses passaram a trocar bolos e biscoitos em formato de meia-lua e recheados com mensagens para comemorar a brilhante tática usada para expulsar os mongóis.

Sorte grande
Uma única empresa domina o produto no Brasil

No Brasil, um fabricante chamado Hakuna Matata fornece o produto para os principais restaurantes e redes de comida chinesa. Ele vende cerca de 800 mil biscoitos da sorte por mês

Num lado do papelzinho da sorte pode-se ler uma frase e no outro uma conbinação numérica

A massa da guloseima é inserida num forno. Quando está quase assada, ela recebe o papel com a sorte e uma máquina dá ao biscoito seu característico formato de meia-lua

Os números são separados em dezenas e misturados em diversas conbinações aleatórias – manualmente ou usado um programa igual ao das lotéricas

As mensagens são pensamentos, provérbios ou até conselhos. Parte delas é traduzida de frases americanas, mas a maioria vem mesmo do I-Ching, um livro/oráculo oriental com mensagens simbólicas

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