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Os médicos detestavam o Mais Médicos. Agora, querem entrar

Eles criticaram o salário, as condições e a presença de profissionais estrangeiros. Mas já na primeira expansão do programa, em 2015, 100% das vagas foram preenchidas por brasileiros

Por Fernanda Ferrairo e Bruno Garattoni Atualizado em 18 dez 2019, 11h51 - Publicado em 4 ago 2016, 15h07

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Quando o programa foi criado, em 2013, os médicos brasileiros protestaram. Criticaram as condições, o salário e a importação de profissionais de outros países – contratados sem ter os diplomas revalidados no Brasil. Hoje, há 18 mil médicos no programa, em 72,8% das cidades brasileiras.

Na expansão do programa, em 2015, 100% das vagas foram preenchidas por brasileiros – e o novo edital recebeu a inscrição de 12.791 médicos (10,9 candidatos por vaga).

Os médicos continuam reclamando das condições de trabalho no programa. Mas querem entrar nele porque, ao participar, ganham um bônus que ajuda a ser aceito em programas de residência médica. 

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