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Por que o segundo uniforme do Brasil é azul?

Por 30 jun 2002, 22h00 | Atualizado em 31 out 2016, 18h10

Não há nenhum motivo especial. No concurso de 1953, que definiu o amarelo atual, só se tratou do uniforme número 1. Desde os anos 30, a camisa azul foi naturalmente adotada como a número 2 do Brasil, nas raras ocasiões em que se fazia necessária (na época, ninguém se importava muito em jogar com camisas parecidas).

No Torneio Sul-Americano de 1937, a Seleção chegou a usá-la. Na Copa do Mundo de 1938, na França, o Brasil enfrentou a Polônia em Estrasburgo usando uniforme azul-claro (a Polônia jogou de branco). Aparentemente foi um improviso: aquelas deviam ser as camisas de treino da Seleção – nas fotos se vê que o escudo da antiga CBD não aparece bordado nelas.

Outra improvisação aconteceu na final da Copa de 1958. O sorteio para a decisão apontou que a Suécia jogaria de amarelo. Foi preciso comprar às pressas um jogo de camisas numa loja de Estocolmo – ninguém havia previsto a necessidade de um segundo uniforme. A cor escolhida foi a azul e o chefe da delegação, Paulo Machado de Carvalho, animou os jogadores mais supersticiosos dizendo que aquela era “a cor do manto de Nossa Senhora Aparecida”. Os escudos foram arrancados das camisas amarelas e bordados nas azuis. E foi com elas que a Seleção Brasileira conquistou o seu primeiro título mundial. E a camisa azul ficou.

 

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