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Um em cada quatro jogadores da Copa 2026 não jogou pelo país em que nasceu

Veja os países que mais mandaram craques para outras seleções – e os que mais receberam.

Por Maria Clara Rossini 16 jul 2026, 17h00 | Atualizado em 17 jul 2026, 16h28
Um em cada quatro jogadores da Copa 2026 não jogou pelo país em que nasceu Priorizar nos meus resultados Google

A Copa do Mundo de 2026 é a mais internacional da história. Não só porque foi sediada em três países e reuniu 48 seleções, mas também porque conta com um número impressionante de importação e exportação de jogadores: mais de 280 atletas não nasceram no país pelo qual jogam. Isso representa 23,6% do total de jogadores, ou quase um quarto de todos eles.

Copa do Mundo: Por que os jogadores usam chuteiras rosas?

A França lidera como país que mais exportou craques: 76 jogadores nascidos lá jogam em seleções de outros países, como República Democrática do Congo, Haiti, Marrocos, Argélia, entre outros. 

Infográfico de 15 camisas de futebol verdes com gola e mangas roxas, representando países que mais exportaram jogadores. O número na camisa indica jogadores exportados, e as listras horizontais, importados. França lidera com 76 exportados e 3 listras, seguida por Países Baixos (42), Alemanha (23), Inglaterra (22), Bélgica (11), Espanha (11), Suécia (10), EUA (9), Suíça (7), Áustria (6), Argentina (6), Portugal (4), Egito (3), Brasil (3) e Noruega (2).
(Juliana Krauss/Superinteressante)
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Já os Países Baixos praticamente patrocinaram a seleção de Curaçao: dos 26 jogadores da seleção da ilha, 25 nasceram no país europeu. Apenas o meio de campo Tahith Chong é nativo do Caribe.

Outras oito seleções possuem mais jogadores nascidos fora do que dentro do país em que jogam. São elas: República Democrática do Congo, Haiti, Marrocos, Tunísia, Argélia, Bósnia e Herzegovina, Catar e Cabo Verde

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Infográfico com 15 camisas de futebol roxas e verdes, cada uma representando um país e o número de jogadores importados. Curaçao lidera com 25, seguido por RD Congo (20) e Marrocos (19). Bósnia e Herzegovina (17), Haiti (16), Argélia (16), Tunísia (15), Cabo Verde (14), Catar (14), Senegal (12), Turquia (10), Iraque (9), Costa do Marfim (9), Gana (8) e Croácia (8) completam a lista. O texto explica que o número na camisa é de jogadores importados e as listras, de exportados. 25 dos 26 jogadores de Curaçao nasceram nos Países Baixos.
(Juliana Krauss/Superinteressante)

O Brasil está entre as seis seleções que só possuem jogadores nativos. Os outros países são Colômbia, Panamá, Áustria, Suécia e Arábia Saudita.

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A FIFA só formalizou os critérios de elegibilidade de jogadores de outros países em 1962. Se o atleta for imigrante ou tiver pais ou avós nascidos em outro país, pode escolher qual nacionalidade representar.

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Fonte: Centre on Migration, Policy and Society (COMPAS)

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