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Fecho espinhento

Correu até um microscópio e observou que os frutos espinhentos eram cobertos por pequenos ganchos. Examinou as meias e viu que as fibras possuíam minúsculos laços que prendiam os ganchos.

Por 30 jun 2000, 22h00 | Atualizado em 31 out 2016, 18h34
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Em 1941 o engenheiro suíço George de Mestral (1907-1990) caçava nas Montanhas Jura, no noroeste da Suíça, quando notou que suas calças estavam cheias de carrapichos. Logo que começou a arrancá-los, intrigou-se: por que eles grudavam assim na roupa? Correu até um microscópio e observou que os frutos espinhentos eram cobertos por pequenos ganchos. Examinou as meias e viu que as fibras possuíam minúsculos laços que prendiam os ganchos. Teve a idéia, então, de produzir um fecho com duas fitas, uma com ganchos e outra com laços. Durante oito anos, pesquisou com afinco. Em 1952 mudou-se para os Estados Unidos, endividou-se e montou uma fábrica. Em 1956 lançou seus primeiros fechos. Os ganchos eram feitos de um filamento grosso de náilon, fortalecidos com poliéster, resistente à umidade e a produtos químicos. Deu ao produto o nome de velcro, derivado das palavras francesas velour (veludo) e crochet (laço). Hoje, seu invento inspirado no carrapicho substitui o zíper em peças de roupas, pulseiras e aparelhos de medir pressão.

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Estádio de futebol lotado com bandeira do Brasil e bola no campo, um jogador comemorando, e capas de revistas Veja, Super, Viagem e Quatro Rodas flutuandoTorcedor de costas, vestindo camisa amarela, comemora com os braços erguidos em um estádio de futebol lotado, sob um céu verde-azulado. Uma bola de futebol com a bandeira do Brasil está no campo. À direita, um fundo verde escuro com um ícone de árvore branca no canto inferior.
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