Clique e Assine a partir de R$ 12,90/mês

Roupas inteligentes

Esqueça os computadores móveis. Abra espaço em seu guarda-roupa para a moda tecnológica

Por Da Redação Atualizado em 31 out 2016, 18h51 - Publicado em 30 set 2008, 22h00

Ceila Santos

Quem ainda não se convenceu de que os computadores como conhecemos hoje farão parte do passado, com certeza não conhece Steve Mann, pesquisador responsável pela novíssima área de Wearable Computer (“Computador Vestível”, em inglês) do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, nos EUA. Mann costuma ser visto vestindo suas invenções em casa e nos corredores da universidade. E é fissurado pela idéia de que roupas e acessórios podem se fundir a aparelhos tecnológicos – é criação dele, por exemplo, os óculos de sol que servem como filmadora e gravam tudo aquilo que você vê.

• Há outros exemplos de moda eletrônica. Se você enviar um SMS a alguém que está usando a camiseta Hug Shirt, sensores embutidos na roupa farão a pessoa se sentir abraçada. Uma cueca inteligente, desenvolvida pela empresa Isabodywear, é capaz de impedir que a radiação de telefones celulares afete o aparelho reprodutor masculino. E as peças de uma coleção da Adidas, com camiseta, monitor de pulso e tênis, comunicam-se entre si e monitoram todo o sistema físico do usuário – da freqüência cardíaca ao tempo necessário de relaxamento após o esforço físico.

• Nessa nova moda, até empresas de fora do mundo fashion estão de olho. A Philips tem uma tecnologia chamada LumaLive. É um tecido que transmite imagens através de luzes leds e transforma sua estampa em um monitor. Somente neste ano, a novidade foi apresentada em 6 eventos pela Boost Products, distribuidora da fabricante, que quer emplacar a LumaLive como ferramenta para campanhas publicitárias.

• A maioria dos projetos wearable, entretanto, tem foco em aplicações menos “fashionistas”. O alvo são profissionais na sua rotina de trabalho. O projeto wearIT@work, da União Européia, pretende criar roupas e acessórios inteligentes (luvas, óculos etc.) que aumentem as habilidades dos trabalhadores. No Brasil, Luisa Donati, pesquisadora da Unicamp, realiza um projeto para compreender as relações espaciais a partir dos wearables, batizado de Vestis. Ela acredita que o “computador vestível” gera outra forma de sinergia entre o homem e a máquina, pois oferece uma área pessoal de comunicação, onde o usuário estabelece conexões através do próprio corpo por meio de sensores. Isso potencializará ainda mais a interação da sociedade em rede.

• Em breve, poderemos dizer que nanotecnologia, sensores, telefonia, câmeras de vídeo e GPS finalmente viraram moda. Ao pé da letra. Será um alívio para nossos bolsos cheios de bugigangas eletrônicas.

Continua após a publicidade

Publicidade

Essa é uma matéria exclusiva para assinantes. Se já é assinante, entre aqui. Assine para ter acesso a esse e outros conteúdos de jornalismo de qualidade.

Essa é uma matéria fechada para assinantes e não identificamos permissão de acesso na sua conta. Para tentar entrar com outro usuário, clique aqui ou adquira uma assinatura na oferta abaixo

Transforme sua curiosidade em conhecimento. Assine a Super e continue lendo

Impressa + Digital

Plano completo da Super! Acesso aos conteúdos exclusivos em todos formatos: revista impressa, site com notícias e revista no app.

Acesso ilimitado ao Site da SUPER, com conteúdos exclusivos e atualizados diariamente.

Receba mensalmente a SUPER impressa mais acesso imediato às edições digitais no App SUPER, para celular e tablet.

a partir de R$ 19,90/mês

Digital

Plano ilimitado para você que gosta de acompanhar diariamente os conteúdos exclusivos no site e ter acesso a edição digital no app.

Acesso ilimitado ao Site da SUPER, com conteúdos exclusivos e atualizados diariamente.

App SUPER para celular e tablet, atualizado mensalmente.

a partir de R$ 12,90/mês