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SUPER TECH: Os 5 gadgets mais incríveis de janeiro

A mala de viagem que anda sozinha, a câmera com 1 quilômetro de zoom, o sensor que diz se você está comendo direito e muito mais

A mala que anda sozinha

Ela está sendo lançada pela empresa americana Travelmate Robotics, em três tamanhos (os preços variam de US$ 1.099 a US$ 1.495). A mala se comunica com o seu smartphone em tempo real, e por isso consegue seguir você – o fabricante não revela exatamente qual é a tecnologia usada para isso. A mala anda a até 9 km/h, e sua bateria dura 100 horas em standby ou quatro horas em modo autônomo. Segundo o fabricante, ela é esperta o bastante para evitar obstáculos (e, se mesmo assim bater em algo, recua e desvia). A grande questão é como isso funcionará na prática: até o momento, a mala só foi demonstrada em circunstâncias controladas, e ninguém sabe como se comportará num aeroporto cheio – de pessoas e, eventualmente, de outras malas robóticas.

 

 (Nikon/Divulgação)

Zoom óptico de 125x

Esse é o alcance da câmera Nikon P1000, cuja lente é a mais potente já produzida (a anterior, também da Nikon, alcançava 83x de zoom). A máquina, que foi projetada para fotografar animais selvagens, alcança bichos que estejam a mais de 1 km de distância. Ela tira fotos com resolução de 16 megapixels, filma em 4K, e custa US$ 1.000.

 

 (Caavo/Divulgação)

Universal de fato

Os controles remotos universais nunca pegaram, porque não funcionam direito. Mas o Caavo Control Center (US$ 100) promete chegar lá. Você conecta os aparelhos da sua sala (televisão, som, decoder da TV a cabo, etc.) a ele por meio de cabos HDMI. O gadget usa inteligência artificial para analisar o sinal de vídeo de cada aparelho, entender seu comportamento e traduzir os comandos que você dá, usando um pequeno controle, em ações que cada dispositivo entenda.

 

 (Impossible Aerospace/Divulgação)

Duas horas de voo

É a autonomia prometida pelo drone Impossible Aerospace US-1: quatro vezes o tempo máximo alcançado por qualquer outro drone. O segredo é que os circuitos, sensores e motores do US-1 foram extremamente miniaturizados, e por isso praticamente todo o corpo dele é preenchido por baterias [veja foto]. O drone foi projetado para uso profissional: seu público-alvo são os bombeiros e a polícia. Por isso o preço é muito alto, US$ 15 mil. Mas nada impede que o fabricante use a mesma tecnologia em um drone amador, mais barato.

 

 (Lumen/Divulgação)

Você está comendo direito?

Dê uma soprada no sensor Lumen (US$ 250) e descubra. Ele mede a proporção entre oxigênio consumido e CO2 expirado. A partir daí, calcula se o seu corpo está queimando mais carboidrato ou gordura naquele exato momento – e recomenda um cardápio para as próximas refeições.