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Um diamante visto de perto, muito perto

Pesquisadores do Laboratório Nacional Lawrence Livermore, na Califórnia, bateram um recorde. Fotografaram os átomos de carbono de um diamante, graças a um novo miscroscópio eletrônico que enxerga detalhes de apenas 0,89 angström (1 angström é 1 milímetro dividido 10 milhões de vezes). “Identificar elementos leves assim é muito difícil”, disse à SUPER Christian Kisielowski, líder da equipe. É que um microscópio eletrônico percebe um átomo ao lançar sobre ele feixes de elétrons. Quando passa perto do núcleo atômico, os elétrons do feixe são desviados. Só que, se o núcleo é muito leve, esse desvio é pequeno demais para mostrar onde o átomo se encontra.