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O Titanic vai ser devorado por bactérias

A Halomonas titanicae, que é capaz de metabolizar óxido de ferro, encontrou nos destroços do navio o lugar perfeito para se alimentar (e se multiplicar)

Por Ingrid Luisa - 3 set 2019, 16h45

Quando o explorador Robert Ballard encontrou os destroços do Titanic, em 1985, o navio estava impressionantemente preservado. Por estar 3,8 mil metros abaixo da superfície, submetido a condições extremas como pouca luz e alta pressão, o transatlântico acabou inabitável para a maioria das formas de vida – o que desacelerou bastante sua degradação.

30 anos depois da descoberta, a situação já não é mais a mesma. Recentemente, o naufrágio foi revisitado. Além de novas imagens em HD do que restou do navio, veio a confirmação: o Titanic está desaparecendo. Bem rápido – talvez ele não dure mais dez anos.

Não há apenas um motivo para o que está acontecendo, mas um dos principais algozes do Titanic é uma bactéria chamada Halomonas titanicae, que está corroendo o navio.

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