A matemática por trás da bola da Copa do Mundo

A Trionda, bola da Copa de 2026, foi eita pela Adidas e homenageia os países-sede: Canadá, México e EUA.

O design incorpora elementos das bandeiras: vermelho e folha de bordo do Canadá, verde e águia do México, azul e estrela dos EUA.

A Trionda tem um chip que envia dados em tempo real ao VAR, agilizando decisões e monitorando desempenho durante a partida.

É a primeira bola da Copa formada por só quatro recortes de tecido, contra 20 na Al Rihla, da Copa do Catar de 2022,  um desafio de engenharia e matemática.

Todas as bolas da FIFA são baseadas em sólidos platônicos: convexos, com faces iguais e vértices uniformes.  Apenas cinco poliedros cumprem esses requisitos: tetraedro, hexaedro (o cubo), octaedro, dodecaedro e icosaedro.

A bola clássica de 1970 era um icosaedro truncado — hexágonos e pentágonos achatados para deixá-la mais esférica e rolável.

A Trionda se inspira no tetraedro, o sólido platônico mais simples, formado por quatro triângulos como uma pirâmide de base triangular.

A última bola inspirada em tetraedro foi a Jabulani, controversa por sua aerodinâmica imprevisível e pouco atrito com o ar.

Os sulcos ondulados e ícones em relevo da Trionda prometer aumentar a aderência e distribuir melhor o atrito, estabilizando o voo da bola. É o resultado de 3 anos e meio de testes.