Empresa testa "Ozempic" para gatos
A onda dos remédios para emagrecer pode estar chegando ao mundo pet. Uma empresa dos EUA testa um análogo de GLP-1 para tratar obesidade em gatos.
A onda dos remédios para emagrecer pode estar chegando ao mundo pet. Uma empresa dos EUA testa um análogo de GLP-1 para tratar obesidade em gatos.
A Okava Pharmaceuticals desenvolve o primeiro medicamento veterinário do tipo. Os resultados iniciais estão previstos para 2026.
A Okava Pharmaceuticals desenvolve o primeiro medicamento veterinário do tipo. Os resultados iniciais estão previstos para 2026.
Esses remédios imitam o hormônio GLP-1, usado em humanos para diabetes e perda de peso. Eles aumentam a saciedade e reduzem a fome.
Esses remédios imitam o hormônio GLP-1, usado em humanos para diabetes e perda de peso. Eles aumentam a saciedade e reduzem a fome.
Em vez das canetas injetáveis usadas por pessoas, gatos receberão um implante que libera o medicamento continuamente por seis meses.
Em vez das canetas injetáveis usadas por pessoas, gatos receberão um implante que libera o medicamento continuamente por seis meses.
A cápsula contém exenatida, usada em humanos para diabetes. Não é a mesma molécula do Ozempic, mas tem funcionamento parecido.
A cápsula contém exenatida, usada em humanos para diabetes. Não é a mesma molécula do Ozempic, mas tem funcionamento parecido.
O teste, chamado MEOW-1, terá cerca de 50 gatos. Alguns receberão o medicamento; outros, apenas placebo.
O teste, chamado MEOW-1, terá cerca de 50 gatos. Alguns receberão o medicamento; outros, apenas placebo.
O objetivo não é estética: a obesidade felina traz riscos sérios à saúde. Hoje, o tratamento se limita a dieta e exercícios.
O objetivo não é estética: a obesidade felina traz riscos sérios à saúde. Hoje, o tratamento se limita a dieta e exercícios.
Há poucos estudos em pets, mas evidências iniciais sugerem que os análogos de GLP-1 funcionam de forma semelhante em animais.
Há poucos estudos em pets, mas evidências iniciais sugerem que os análogos de GLP-1 funcionam de forma semelhante em animais.
Se o estudo for bem, novos testes maiores virão antes da empresa buscar aprovação da FDA para colocar o tratamento no mercado.
Se o estudo for bem, novos testes maiores virão antes da empresa buscar aprovação da FDA para colocar o tratamento no mercado.
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