Mpox: guia rápido com sintomas, riscos e vacina

A mpox é causada pelo vírus MPXV. O primeiro caso humano foi registrado em 1970, na República Democrática do Congo, e a doença tornou-se endêmica em partes da África.

1) Origem da doença

O surto mais amplo começou em 2022 e se espalhou por mais de 140 países. A Organização Mundial da Saúde chegou a declarar emergência internacional duas vezes, mas as duas já foram encerradas.

2) Surto global recente

Em 2026, o Brasil registra dezenas de casos, em geral leves ou moderados. Até agora, não há mortes confirmadas no país neste ano, segundo autoridades sanitárias.

3) Situação no Brasil

Febre, dor de cabeça, cansaço e ínguas inchadas costumam aparecer primeiro. Depois, surgem lesões na pele que evoluem de manchas para bolhas e crostas.

4) Sintomas mais comuns

Na maioria dos casos, a mpox causa quadros leves ou moderados e a recuperação ocorre em poucas semanas. Ainda assim, a doença pode ser grave em pessoas com baixa imunidade, crianças e gestantes, exigindo atenção médica.

O vírus passa principalmente por contato próximo com lesões, fluidos ou objetos contaminados. Dá para transmitir pelo contato íntimo e sexual, mas não só.

5) Como acontece a transmissão

Sim. Imunizantes contra a varíola também protegem contra mpox. No Brasil, a vacina é oferecida pelo Sistema Único de Saúde apenas a grupos prioritários.

6) Existe vacina?

Há uma vacina pré-exposição, indicada a grupos de maior risco antes do contato com o vírus. Já a pós-exposição é aplicada após contato suspeito para reduzir a chance de adoecer ou de formas graves, conforme critérios do SUS.

Evite contato direto com pessoas infectadas, não compartilhe objetos pessoais e mantenha higiene das mãos.

7) Como se proteger

Em caso de sintomas suspeitos, procure atendimento médico imediatamente. O diagnóstico da mpox é laboratorial, feito por teste molecular a partir de amostras das lesões.