Os fatores genéticos relacionados ao borderline, segundo o maior estudo sobre o tema
O maior estudo genético já feito sobre o transtorno de personalidade borderline identificou novos fatores de risco para a condição.
O maior estudo genético já feito sobre o transtorno de personalidade borderline identificou novos fatores de risco para a condição.
A pesquisa reuniu dados de mais de 1 milhão de pessoas em 14 países e foi publicada na revista
Nature Genetics
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A pesquisa reuniu dados de mais de 1 milhão de pessoas em 14 países e foi publicada na revista
Nature Genetics
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Os cientistas encontraram 11 regiões do genoma e nove genes possivelmente ligados ao desenvolvimento do transtorno.
Os cientistas encontraram 11 regiões do genoma e nove genes possivelmente ligados ao desenvolvimento do transtorno.
Isso não significa que exista um "gene do borderline". A condição é influenciada por muitos genes e fatores ambientais.
Isso não significa que exista um "gene do borderline". A condição é influenciada por muitos genes e fatores ambientais.
Estudos anteriores estimavam que a hereditariedade responde por cerca de 46% a 69% do risco de desenvolver o transtorno.
Estudos anteriores estimavam que a hereditariedade responde por cerca de 46% a 69% do risco de desenvolver o transtorno.
As variantes identificadas explicam aproximadamente 17% desse risco hereditário, segundo os pesquisadores.
As variantes identificadas explicam aproximadamente 17% desse risco hereditário, segundo os pesquisadores.
O estudo também encontrou semelhanças genéticas entre o borderline e condições como depressão, TDAH e TEPT.
O estudo também encontrou semelhanças genéticas entre o borderline e condições como depressão, TDAH e TEPT.
Os autores destacam que os resultados ajudam a compreender melhor a biologia do transtorno, mas não mudam o diagnóstico.
Os autores destacam que os resultados ajudam a compreender melhor a biologia do transtorno, mas não mudam o diagnóstico.
Ainda não existe um medicamento específico para o borderline. Atualmente, o tratamento é baseado principalmente em psicoterapia.
Ainda não existe um medicamento específico para o borderline. Atualmente, o tratamento é baseado principalmente em psicoterapia.
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