O Sudário de Turim é um tecido de linho com a silhueta de um homem. Segundo a Igreja Católica, essa seria a mortalha fúnebre que envolveu o corpo de Jesus Cristo após a crucificação
O Sudário de Turim é um tecido de linho com a silhueta de um homem. Segundo a Igreja Católica, essa seria a mortalha fúnebre que envolveu o corpo de Jesus Cristo após a crucificação
Um novo estudo apresentou os resultados de uma nova análise genética do tecido, realizada com tecnologias avançadas de sequenciamento genômico.
Um novo estudo apresentou os resultados de uma nova análise genética do tecido, realizada com tecnologias avançadas de sequenciamento genômico.
O tecido contém várias linhagens de DNA humano, além de um microbioma composto por bactérias, fungos e outros microrganismos.
O tecido contém várias linhagens de DNA humano, além de um microbioma composto por bactérias, fungos e outros microrganismos.
Também foram encontrados DNA de espécies vegetais cultivadas (como trigo, cenoura, milho e banana) e de animais domésticos (como bois, porcos, galinhas, cães e gatos) .
Também foram encontrados DNA de espécies vegetais cultivadas (como trigo, cenoura, milho e banana) e de animais domésticos (como bois, porcos, galinhas, cães e gatos) .
Os pesquisadores também encontraram DNA do coral-vermelho do Mediterrâneo, uma espécie endêmica da região.
Os pesquisadores também encontraram DNA do coral-vermelho do Mediterrâneo, uma espécie endêmica da região.
Esses vestígios genéticos da fauna e da flora são compatíveis com contaminações relativamente recentes, ocorridas após o fim da Idade Média.
Esses vestígios genéticos da fauna e da flora são compatíveis com contaminações relativamente recentes, ocorridas após o fim da Idade Média.
Os autores levantam a hipótese de que parte dessas trocas biológicas possa ter ocorrido em períodos de viagens de Marco Polo e Cristóvão Colombo.
Os autores levantam a hipótese de que parte dessas trocas biológicas possa ter ocorrido em períodos de viagens de Marco Polo e Cristóvão Colombo.
Segundo os pesquisadores, tentar isolar o DNA humano original do tecido – que, segundo a tradição cristã, seria o de Jesus – é uma tarefa praticamente impossível
Segundo os pesquisadores, tentar isolar o DNA humano original do tecido – que, segundo a tradição cristã, seria o de Jesus – é uma tarefa praticamente impossível
O estudo, porém, abre uma nova frente de investigação: reconstruir a longa trajetória do tecido antes de ele ser preservado pela Igreja.
O estudo, porém, abre uma nova frente de investigação: reconstruir a longa trajetória do tecido antes de ele ser preservado pela Igreja.