Clique e Assine a partir de R$ 8,90/mês

Brasileiro de oito anos arrecada sozinho mais de R$ 5 mil para ajudar pessoas cegas

Por Débora Spitzcovsky Atualizado em 21 dez 2016, 10h31 - Publicado em 30 abr 2014, 12h47

Alejandro-Cuan-Tichauer-laramara-ajuda-deficientes-visuais-600

“Não sabendo que era impossível, ele foi lá e fez.” Talvez a frase do poeta francês Jean Cocteau possa ser usada para definir a história do pequeno Alejandro Cuan Tichauer. Com apenas oito anos, o menino de São Paulo colocou na cabeça que iria ajudar a melhorar a realidade dos deficientes visuais do Brasil – e conseguiu (até mais do que esperava).

Tudo começou quando Alejandro assistiu, no colégio onde estuda, a uma palestra da Associação Brasileira de Assistência à Pessoa com Deficiência Visual (Laramara). Os especialistas falaram a respeito das dificuldades que as pessoas cegas enfrentam no dia a dia e despertaram em Alejandro a vontade de ajudar.

Determinado, o menino colocou na cabeça que iria comprar uma Máquina Braille para doar à entidade. Como? Ele escreveu cartas pedindo ajuda financeira para sua causa e distribuiu, pessoalmente, os bilhetes para vizinhos, colegas do colégio, professores e amigos dos pais.

Como resultado, Alejandro arrecadou bem mais do que o dinheiro necessário para comprar uma Máquina Braille. Com os R$ 5.010,00 que juntou, ele conseguiu comprar dois equipamentos desse tipo, além de 25 bengalas. Todo o material já foi doado à Laramara e ajudou a melhorar a situação de dezenas de deficientes visuais. Não sabendo que era impossível, ele (um menino de oito anos, vale lembrar) foi lá e fez!

Foto: Divulgação

Leia também:
Menina de três anos doa cabelo para crianças com câncer
Mexicano propõe: faça o bem por 21 dias consecutivos e adquira o hábito de ser bom
Mara Mourão e a revolução do bem
É dando que se recebe
Faça o bem do seu jeito
Generosidade para todos
Dez ótimas idéias para fazer o bem

Continua após a publicidade
Publicidade