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O nível do mar está aumentando? Mude para uma cidade aquática!

Por Débora Spitzcovsky - Atualizado em 21 dez 2016, 10h32 - Publicado em 18 fev 2011, 10h00

O aumento do aquecimento global intensifica o degelo polar e, por isso, o nível da água do mar está crescendo. Em pouco tempo, a terra será “engolida” pelos oceanos e aqueles que quiserem sobreviver terão que se adaptar e viver em cidades aquáticas, que ficam vagando pelos mares dia e noite.

Dramático? Essa é a opinião do arquiteto francês Vincent Callebaut, que para se prevenir já projetou sua própria cidade aquática (e sustentável!): a Lilypad, cujo design é inspirado em uma vitória régia da Amazônia.

A “ecópole flutuante” possui três setores e cada um deles será destinado a uma atividade: trabalho, entretenimento e moradia. No centro da cidade, interligando todos eles, há um lago, abastecido pela chuva, de onde os moradores obterão água potável, a partir de um sistema próprio de purificação.

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A comida virá de hortas, localizadas ao redor do lago, e toda a cidade será coberta por jardins suspensos, que promoverão a integração do homem com a natureza. Por fim, a Lilypad será equipada para produzir energia eólica, hidráulica, solar, térmica e, também, a partir de biomassa e do movimento das ondas.

Como se não bastasse, a cidade aquática de Callebaut será construída com fibras de poliéster e receberá camadas de dióxido de titânio, que, segundo o designer, absorvem a poluição atmosférica quando entram em contato com os raios ultravioleta. Ou seja, além de ser auto-suficiente, a Lilpyad ainda ajudaria a reduzir a poluição do planeta.

Callebaut estima que a “vitória régia” consiga abrigar até 50 mil refugiados climáticos. Você embarcaria nessa cidade?    

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*Lilypad   

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