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Nova moda: morrer e encomendar a liquefação do corpo

Por Tânia Vinhas - Atualizado em 21 dez 2016, 10h35 - Publicado em 6 set 2011, 19h34

Antigamente todo mundo morria e era enterrado. Aí depois inventaram a cremação. Agora, surgiu no mercado um outro método que pode virar moda: a liquefação do corpo, vulgo “hidrólise alcalina“.

A máquina foi criada pela Resomation Ldt. e a pioneira na comercialização do processo é a funerária Anderson-McQueen, localizada na Flórida. Trata-se de uma alternativa prática – ela quebra as moléculas do corpo em água alcalina aquecida e, como se fosse mágica, o falecido dissolve.

Ok, não é como mágica. O corpo é mergulhado em uma solução de água e hidróxido de potássio pressurizado a 10atm e aquecido a 180ºC durante 2 ou 3 horas. Os tecidos dissolvem, os ossos são removidos e moídos e o líquido que sobra da pessoa é despejado no sistema de esgoto municipal.

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Calma, bioquímicos testaram o tal líquido e afirmaram que ele é estéril, não contém DNA e não causa nenhum risco ambiental.

Além disso, a ideia é ecológica, visto que produz três vezes menos gases do efeito estufa que a cremação e usa um sétimo da energia.

Você gostaria de virar líquido quando morrer?

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