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Caiu no radar, é peixe

Por Camila Almeida Atualizado em 4 nov 2016, 19h16 - Publicado em 18 jul 2016, 17h00

As guardas costeiras estão testando uma operação altamente tecnológica. Agora, navios pesqueiros piratas podem ser rastreados – e combatidos – com a ajuda de satélites. Com eles, é possível monitorar até os mares mais remotos, onde a pesca ilegal ameaça a vida marinha.

1. Caça-pirata

Os satélites são usados para rastrear os “alvos escuros”, navios não identificados pelos radares convencionais. Assim, os navios da guarda costeira direcionam suas buscas (área vermelha), em vez de patrulhar cegamente vastas áreas de oceano.

2. Atacar!

Não é economicamente viável ter barcos de patrulha em cada canto do oceano – não há guarda costeira que dê conta. Com a nova tecnologia, é possível enxergar a atividade marítima de todo o mundo e combater o crime.

Navios suspeitos não enviam sinais para controle. Mas são pegos pelo satélite.

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Como? Um software é programado para entender o comportamento dos piratas.

Quando uma embarcação realiza alguma manobra suspeita, soa um alarme de aviso.

Assim, analistas patrulham os mares do mundo inteiro virtualmente.

 

1 em cada 5 peixes é pescado ilegalmente

Um prejuízo anual de até US$ 23,5 bi

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