Clique e Assine a partir de R$ 9,90/mês

Estamos procurando errado: os ETs mais inteligentes estariam nos aglomerados estelares

Estudo aponta que estrelas próximas uma das outras podem abrigar vida. E mais: se quisermos encontrar civilizações capazes de se comunicar com a gente, é para os aglomerados que devemos apontar nossos radiotelescópios. Veja por quê.

Por Camila Almeida Atualizado em 31 out 2016, 19h01 - Publicado em 7 jan 2016, 12h15

Pois é. É bem possível que estejamos procurando vida alienígena nos lugares errados. Um novo estudo, publicado na revista Nature, aponta que os aglomerados de estrelas, que contêm milhares (ou até milhões) de astros, podem ser a morada extraterrestre mais provável. Até o momento, astrônomos acreditavam que a força gravitacional muito intensa entre essas estrelas, que as deixa muito próximas umas das outras, fosse um empecilho para a existência de vida. 

Leia: Astrônomos acreditam que topamos com civilização alienígena superavançada

Entretanto, a pesquisadora Rosanne Di Stefano, do Centro Harvard-Smithsonian de Astrofísica, aponta que essa proximidade astral pode ser uma vantagem. E esses combos de estrelas também podem significar que existam planetas com distâncias muito pequenas entre eles no Universo. “Se existir uma sociedade avançada em um ambiente como esse, ela poderia se propagar de forma relativamente fácil, porque estamos lidando com distâncias que são muito mais curtas”, aponta.

Leia: O Universo inteiro cabe dentro de uma imagem

Estima-se que, dentro desses aglomerados, as estrelas estejam posicionadas, em relação umas às outras, a uma distância de 100 a 1.000 vezes a viagem da Terra para o Sol. Analisando esses percursos, Di Stefano identificou que cada aglomerado tem um “ponto ideal”, onde existe mais estabilidade para que um planeta se mantenha por tantos anos, que ela chamou de sweet spot. O próximo passo da pesquisa é encontrar esses possíves planetas estáveis dentro dos aglomerados. 

Com essa facilidade de conexão e de viagens interestelares, civilizações conseguiriam se preservar por bilhões de anos dentro desses aglomerados. E, assim, é provável que seja possível estabelecer comunicação conosco, humanos, no futuro. 

Leia mais sobre Astronomia no nosso canal

 

Continua após a publicidade

Publicidade

Essa é uma matéria exclusiva para assinantes. Se já é assinante, entre aqui. Assine para ter acesso a esse e outros conteúdos de jornalismo de qualidade.

Essa é uma matéria fechada para assinantes e não identificamos permissão de acesso na sua conta. Para tentar entrar com outro usuário, clique aqui ou adquira uma assinatura na oferta abaixo

Transforme sua curiosidade em conhecimento. Assine a Super e continue lendo

Impressa + Digital

Plano completo da Super. Acesso aos conteúdos exclusivos em todos formatos: revista impressa, site com notícias e revista no app.

Acesso ilimitado ao Site da SUPER, com conteúdos exclusivos e atualizados diariamente.

Receba mensalmente a SUPER impressa mais acesso imediato às edições digitais no App SUPER, para celular e tablet.

a partir de R$ 12,90/mês

MELHOR
OFERTA

Digital

Plano ilimitado para você que gosta de acompanhar diariamente os conteúdos exclusivos no site e ter acesso a edição digital no app.

App SUPER para celular e tablet, atualizado mensalmente.

a partir de R$ 9,90/mês

ou

30% de desconto

1 ano por R$ 82,80
(cada mês sai por R$ 6,90)