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Suor pode ser nova impressão digital em cenas de crime

Má notícia para os fãs de CSI.

Cada centímetro quadrado da sua pele carrega 200 glândulas responsáveis por produzir suor. É um total de 25 ml de suor por hora, que vai sendo espalhado, em microgotículas, por tudo aquilo em que você toca.

A suadeira pode vir a calhar para investigadores criminais. Ao contrário de impressões digitais e DNA, é muito fácil encontrar vestígios de suor em uma cena de crime – já que é dificílimo impedir o corpo de espalhá-lo por tudo quanto é superfície. Mas o mais importante é que a composição química do suor pode dizer muito sobre o criminoso.

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Cientistas da Universidade de Albany, nos EUA, descobriram que cada pessoa no planeta tem uma “assinatura única” no suor, graças às variadas concentrações de três substâncias: lactato, ureia e glutamato.

Com poucos minutos de análise, essas microgotas podem, no futuro, revelar quantas pessoas estavam na cena. E mais: se eram homens ou mulheres, se tinham ingerido álcool e drogas e quais eram seus hábitos alimentares.

Ótimo para a justiça, ruim para os programas de televisão: com uma tecnologia como essa, os episódios de CSI ficariam bem mais curtos.