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“Ajudando a ciência” ou “Como ter uma proteína com o seu nome”

Por Vinícius Giba Atualizado em 4 jul 2018, 20h35 - Publicado em 13 Maio 2013, 18h09


O rapaz sendo investigado. Crédito da imagem: Reprodução /YouTube

O Laboratório de Biologia Molecular Ambiental do Instituto de Biofísica (IBCCF) da Universidade Federal do Rio de Janeiro tem um projeto de pesquisa interessante: o sequenciamento do genoma do mexilhão dourado.

Ahm… Legal, legal, mas por que escolheram um mexilhão?

Respondo: porque esse bicho só causa!

A espécie veio da China na água de lastro dos navios e agora tem mexilhão dourado pra tudo quanto é lado. Em um ano, ele é capaz de passar de 5 indivíduos por metro quadrado para 150.000 por metro quadrado!!! OhFuck! Por isso, ele gruda em buracos, entope canos, ~zúa as usina tudo… Ele não ajuda muito a vida das pessoas e, pior, dos animais também: os mexilhões acabam sendo comidos por peixes que não são capazes de digeri-los –e-assim–> muitos peixes morrem.

Agora, a má notícia: esse bicho inconveniente está viajando para a Amazônia. Já se espalhou pelo Rio da Prata, está em águas do Paraguai, Uruguai, Argentina e já chegou no Pantanal! Seria BEM LEGAL impedi-lo de chegar aos ecossistemas amazônicos.

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Mas, mas… por que sequenciar o genoma dele? No que isso ajuda?

Entender bastante sobre o mexilhão dourado é essencial pra criar uma boa estratégia de defesa contra ele.

Ok, mas e essa história de ~ajudar? Onde eu entro nisso aí?

Bueno, aqui vem a parte mais legal: através do catarse.me você pode doar dinheiro para o projeto, ajudar a mais nobre ciência e, claro, ganhar brindes de nobreza equivalente. E arrisco dizer que para um nerd~ é difícil achar um brinde mais legal que esse: dependendo do valor que você der, eles colocam seu nome em uma proteína estrutural, um gene órfão, uma enzima catalítica ou um conjunto de proteínas que formem uma via metabólica ou de sinalização!

Seu nome estará para sempre nos arquivos da ciência!

Entenda melhor tudo isso, saiba como doar e etc clicando aqui!

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