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Por Bruno Garattoni
Vencedor de 15 prêmios de Jornalismo. Editor da Super.
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Apple mostra novo OS X, novo MacBook Air, iOS reformulado e serviço iTunes Radio

O evento começou com a nova versão do sistema operacional OS X (10.9), que ganhou algumas novidades estéticas -o gerenciador de arquivos Finder passa a ter abas- e tecnológicas: a função Compressed Memory promete fazer a máquina responder mais rápido quando há muitos softwares abertos, e a App Nap suspende os aplicativos que estão em segundo […]

Por Bruno Garattoni Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
Atualizado em 21 dez 2016, 09h44 - Publicado em 10 jun 2013, 16h24


O evento começou com a nova versão do sistema operacional OS X (10.9), que ganhou algumas novidades estéticas -o gerenciador de arquivos Finder passa a ter abas- e tecnológicas: a função Compressed Memory promete fazer a máquina responder mais rápido quando há muitos softwares abertos, e a App Nap suspende os aplicativos que estão em segundo plano para economizar bateria. O aplicativo de mapas permite traçar rotas no Mac e enviá-las para o iPhone. O aplicativo de agenda chamou a atenção, pois tem um visual mais flat e moderno, que lembra a linguagem de design do Google (o resto do OS X permanece com a cara atual).


Em seguida, veio o novo MacBook Air. Por fora, essencialmente idêntico ao atual. Por dentro, traz os novos processadores da Intel, que gastam menos energia e por isso prometem estender a duração da bateria do Air – que, segundo a Apple, aguenta de 9 horas (Air com tela de 11″) a 12 horas (versão com tela de 13″). Um avanço importante, mas que não é exclusividade da Apple – é merito dos novos chips da Intel, que já estão chegando ao mundo Windows.


E a Apple se lembrou do Mac Pro, que andou meio jogado às traças nos últimos anos. Foi anunciada uma nova versão da máquina, que promete hardware avançado – seus chips de vídeo prometem 7 teraflops de performance, quase 4 vezes a potência do PlayStation 4. A máquina em si não foi mostrada (apenas uma silhueta de formato cilindrico), e o preço e a data de lançamento não foram divulgados. Update 17h: eis uma galeria desvelando a máquina.


O iWork for iCloud é uma versão online do pacote de aplicativos iWork, com editores de texto, planilhas e apresentações. Ou seja, um rival para o Google Docs. Parece mais rico que o GDocs, pelo menos no quesito visual. O pacote, cujo preço não foi divulgado, irá rodar em Mac e Windows.


Finalmente, veio o que mais se esperava: a nova versão do sistema operacional iOS. Depois de receber muitas críticas, enfim a Apple decidiu reformular a interface do sistema (que se mantinha essencialmente igual desde o lançamento, em 2007). O iOS 7 tem ícones mais planos, com fundos em cores sólidas – inspirações que parecem vindas do Android e do Windows Phone, mas mantendo a identidade da Apple. Um detalhe interessante é a interface “3D”, que se mexe quando o iPhone é inclinado (a Samsung tem um sistema parecido no Galaxy S4).

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Todos os detalhes do iOS, do discador à tela de bloqueio, do teclado ao aplicativo de câmera, foram redesenhados. Há gestos novos (para voltar, por exemplo, basta deslizar o dedo pela tela na horizontal; para acessar configurações rápidas, como Wi-Fi e modo silencioso, basta deslizar o dedo de baixo para cima), e a bandeja de notificações melhorou bastante. O navegador Safari também está diferente, e a assistente Siri aprendeu truques novos: dá para reduzir o brilho da tela do iPhone via comando de voz, por exemplo (infelizmente, não em português).


No final do evento, veio a apresentação do iTunes Radio, um serviço de música por streaming – que vem para competir com Spotify e Grooveshark e será grátis. É um passo na direção do que parece ser inevitável (ouvir música instantaneamente por streaming, em vez de fazer o download dela, parece ser a tendência do futuro).

***

As mudanças fizeram bem ao iOS, que parece rejuvenescido e mais funcional: manteve suas qualidades e evoluiu nos pontos em que o Android era superior (especialmente a interface gráfica e o sistema de notificações). Não é nada que dê um pulo à frente ou vá tirar o sono do Google, mas é uma resposta firme e competente aos avanços do Android. A Apple cumpriu -com alguma sobra- o que se esperava dela.

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